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Domingo, 16 Dez 2018
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POLÍTICA
BOIDOBRA: CONTAS APROVADAS
Rádio Cova da Beira
Com a abstenção de todos os eleitos da oposição, a assembleia de freguesia a Boidobra aprovou por maioria o relatório de gestão referente ao ano passado. Os números apontam para uma taxa de execução de 97 por cento ao nível da despesa e de 99 por cento ao nível da receita.
Por Nuno Miguel em 08 de May de 2018
A bancada do Partido Socialista absteve-se por considerar que os resultados apresentados apenas reflectem três meses de mandato dos actuais órgãos. Aurélio Amaral promete por isso uma postura diferente a partir do próximo ano “nós temos que assumir uma postura coerente e estamos a falar de um relatório em que dez meses de mandato ainda dizem respeito aos anteriores órgãos e há apenas dois meses deste mandato. Naturalmente que na aprovação do próximo relatório vamos já emitir uma opinião mais fundamentada e por isso acabámos por nos abster”. 
Já o eleito do PSD também se absteve por forma a dar um voto de confiança ao trabalho do actual executivo. No entanto Pedro Simões sublinha que a análise aos documentos permite constatar o equilíbrio financeiro das contas “da análise que eu fiz as contas da autarquia cumprem todos os requisitos legais e houve uma preocupação de ter estabilidade financeira. Todavia não são contas do meu mandato e como tal abstive-me de as votar”. 
Também o eleito do CDS/PP se absteve, mas sem poupar nas críticas à entrega tardia dos documentos. João Vasco Caldeira refere que a situação poderia originar um pedido de anulação desta assembleia “podíamos ter seguido esse caminho mas não é essa a nossa forma de fazer política. Estamos aqui pela positiva e não para ser uma força de bloqueio. Todavia aquilo que pretendemos é que se cumpram os mínimos e cumprir os prazos para a entrega da documentação é o mínimo que se pode exigir. Documentos com esta importância não podem ser analisados com menos de 48 horas e foi isso que aconteceu”. 
Críticas que o presidente da junta de freguesia da Boidobra rejeita. Marco Gabriel acusa do CDS de utilizar uma justificação que não corresponde à realidade para ocultar o trabalho desenvolvido pelo executivo “o eleito do CDS resolve votar contra, utilizando aqui um argumento que é falso para não admitir que este foi um ano excepcional ao nível do planeamento e da execução. Promovemos diversos eventos na nossa freguesia, realizámos obra, conseguimos verbas para investimento junto da câmara municipal e por isso é um subterfúgio do eleito para não admitir que 2017 foi um ano muito bom”. 

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