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Terça, 22 Mai 2018
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POLÍTICA
HORTENSE MARTINS ACUSA PSD DE “TENTATIVA DE APROVEITAMENTO POLÍTICO”
Rádio Cova da Beira
A deputada do PS na Assembleia da República e líder da distrital socialista de Castelo Branco acusa o PSD de tentar estar a fazer “truques” para confundir a opinião pública. Em causa está a reprogramação de verbas do actual quadro comunitário de apoio.
Por Nuno Miguel em 27 de Apr de 2018
Hortense Martins afirma que o PS não admite “o desvio de verbas do interior para o litoral, das zonas de coesão para as outras regiões. Sabemos que a reprogramação dos fundos é uma necessidade que decorre do objectivo de aproveitar o melhor possível os fundos europeus, que foram conquistados para Portugal avançar em áreas cruciais para o seu desenvolvimento. É certo que não estamos satisfeitos, queremos mais, mas essa ambição é naturalmente o motor saudável que nos faz avançar sempre”.
A deputada refere que “os fundos estruturais têm sido fundamentais para tornar Portugal um país mais desenvolvido e coeso. Queremos mais coesão social e territorial e mais combate às assimetrias. Há dois anos nem sequer havia avisos lançados nalgumas áreas, como as autarquias onde os atrasos são conhecidos. Neste momento não é possível fazer um novo Portugal 2020. Bem nos recordamos que áreas chave e cruciais como a educação e as infraestruturas foram demonizadas, prejudicando o investimento em escolas e na sua requalificação, assim como em estradas, porque o governo PSD/CDS convenceu a comissão europeia que tínhamos estradas a mais. Felizmente neste momento, e em conjugação com as autarquias há investimento em escolas, mas há ainda muito mais a fazer”.
A deputada sustenta ainda que “o governo com esta reprogramação pretende reforçar alguns programas que já estavam com verbas esgotadas. Por exemplo no caso da região Centro, o Centro 2020 já tem comprometidas todas as verbas que tinha inicialmente programado para apoiar o investimento inovador das empresas, para apoiar os projectos na área da ciência e para apoiar a requalificação, ampliação e a construção de novas áreas industriais. Por outro lado tem verbas disponíveis que ainda não foram utilizadas nalguns instrumentos financeiros”.

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