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POLÍTICA
COVILHÃ: PLANO DE REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA AINDA NÃO ESTÁ FECHADO
Rádio Cova da Beira
A câmara da Covilhã vai realizar em duas fases o plano de reestruturação financeira da dívida do município. O anúncio feito pelo presidente da autarquia na sessão solene comemorativa dos 44 anos do 25 de Abril.
Por Nuno Miguel em 25 de Apr de 2018

Vítor Pereira refere que a proposta que já foi aprovada pelo executivo, que aponta para uma substituição de dívida na ordem dos 25 milhões de euros “não está ainda fechada uma vez que não foi, para já, dada resposta pela banca à totalidade da dívida que pretendíamos renegociar. No entanto vai-nos permitir aumentar a nossa capacidade de tesouraria, honrar com maior rapidez os compromissos para com os nossos fornecedores e alavancar a capacidade de investimento para os grandes projectos que tem apoio comunitário como o centro de inovação cultural e os centros de inovação empresarial e social que vão ser peças determinantes naquilo que é e redinamização do nosso centro histórico”.  

 

No entanto para já a banca apenas vai financiar uma reestruturação no valor de 13 milhões e meio de euros, o que vai levar a que esse plano seja executado em duas fases. Ainda assim Vítor Pereira destaca a importância desta operação para que este seja um mandato de afirmação do concelho “sabemos hoje que desses 25 milhões de euros para já a banca apenas concorre a financiar 13 milhões e meio. Ainda assim continua a ser uma operação de grande relevância porque, mesmo com o aumento da maturidade da dívida, representa uma redução global em um milhão de euros de juros e outras despesas. Este vai continuar a ser um mandato de estabilização financeira mas será também um mandato de realização e afirmação da Covilhã no panorama regional, nacional e internacional. Penso que estes primeiros seis meses de mandato foram já suficientes para comprovar que estamos a trilhar esse caminho”. 

 

O autarca destaca o esforço que tem vindo a ser feito na atracção de investimentos, como a instalação de uma nova unidade do grupo “Mepisurface” ou do novo “Contact Center” da “Altice/Randstad”. O aumento da procura no sector do turismo é outro dos factores que leva o autarca a afirmar que “a Covilhã está na moda. Apesar dos arautos da desgraça e dos velhos do Restelo está indesmentivelmente no bom caminho. No caminho do progresso económico e do desenvolvimento social. Negar este facto é negar a realidade e é o mesmo que travar o vento com as mãos. Este é o tempo da Covilhã e nós cá estamos para o fazer acontecer”.

 

Uma sessão solene onde Vítor Pereira afirmou que o município vai procurar afirmar a Covilhã como a capital do design, podendo mesmo avançar com uma candidatura nesse âmbito à rede de cidades criativas da Unesco.

 


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