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Sábado, 30 Mai 2020
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SOCIEDADE
OURONDO: LUTAR ATÉ AO RECONHECIMENTO COMO FREGUESIA
Rádio Cova da Beira
Na passagem dos quarenta e quatro anos do 25 de Abril, o Movimento do Povo do Ourondo Relvas (MPOR) enaltece o poder local “a maior transformação social ocorrida em Portugal”, mas usado na freguesia de uma forma “envergonhada e que mancha a conquista de Abril e dos democratas”.
Por Paulo Pinheiro em 25 de Apr de 2018

Em comunicado, o Movimento sublinha, por um lado, que o desenvolvimento ocorrido na freguesia depois da “revolução dos cravos” “é notório”, mas por outro, “o retrocesso e o abandono a que estamos condenados desde a chamada “ reorganização administrativa do território” que mais não foi do que o “assassinato” administrativo e politico da nossa freguesia, afastou um povo da democracia e da sua matriz essencial, daquilo que se pode entender como poder do povo e para o povo”, frisa.

 

Para o MPOR, de uma assentada desprezaram todo a património histórico, cultural e associativo do Ourondo e reivindicando o direito constitucional à indignação, “não abdicaremos de lutar, lutar, lutar, até sermos reconhecidos como freguesia”, garante.


De acordo com o movimento, o estado de abandono da aldeia é visível no Largo da Carreira “hoje um estaleiro. Obra lançada com pompa e circunstância, placar alusivo, comitiva camararia em vésperas de eleições, fazendo aquilo que agora podemos dizer, um triste papel de quem quer ludibriar um povo. Nem aqui houve respeito pelo projeto original, que dignificava o local, optando por um mamarracho de diz muito sobre o que pensam os decisores da nossa terra”.

 

A união de freguesias em nada acrescentou aos Ourondenses, pelo contrário tem sido um fator de retrocesso

“A União Freguesias de Casegas e Ourondo é um órgão amorfo, sem interesse, com objeCtivos que nos passam ao lado. O que nós lamentamos é sermos contribuintes líquidos para o orçamento de Casegas, sem retoma. No que diz respeito à desagregação a Casegas, continuamos com a mesma determinação, em sair deste casamento amaldiçoado”, conclui o MPOR.


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