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Sábado, 18 Ago 2018
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POLÍTICA
CONTRA AS PORTAGENS MARCHAR, MARCHAR
Rádio Cova da Beira
Mais de duas centenas de viaturas juntaram-se no nó da Lardosa da A23 tornando longa a marcha lenta, tal como lenta se torna a espera da região pela reposição das SCUTS – Auto Estradas Sem Custos para o Utilizador.
Por Paula Brito em 13 de Apr de 2018
 

 “Apesar de lenta, nós não vamos desarmar e vamos chegar ao nosso destino, e o que estamos a assistir aqui hoje anima-nos muito a continuar esta luta.” Referiu José Gameiro, presidente da Associação Empresarial da Beira Baixa, satisfeito com a adesão a este protesto “superou as nossas expectativas”.

Esperançados que o orçamento de estado para 2019 dê indicações claras no sentido de abolição das portagens, a plataforma anunciou novo protesto para o próximo dia 11 de Maio, uma outra marcha lenta que, desta vez, vai unir a A23 à A25 na Guarda.

No dia 26 de Maio o protesto segue para o palácio de S. Bento “nós vamos à residência do senhor Primeiro-ministro e às galerias da Assembleia da República quando forem votados os projectos que estão em cima da mesa para a reposição das SCUTS.” Referiu à RCB o representante da Comissão de Utentes da A23, Marco Gabriel.

Luís Garra espera que os autarcas da região, “que só se lembram das portagens na altura das eleições”, pelo menos cedam os autocarros para a deslocação a Lisboa no próximo dia 26 de Maio. O coordenador da União dos Sindicatos do distrito de Castelo Branco deixou uma palavra, em particular, ao autarca da Guarda “que disse hoje que as portagens devem continuar e, quando muito, reduzir. As palavras de Álvaro Amaro não são dignas de um presidente de câmara do interior”.

Ao Primeiro-ministro, Luís Garra pede uma definição. “É preciso, de uma vez por todas, que decida quem manda no governo. É ele, o Centeno ou o Pedro Marques?”


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