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Segunda, 22 Out 2018
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CULTURA
OBRA CEDIDA
Rádio Cova da Beira
O ministro da cultura considera que chegada ao museu Francisco Tavares Proença Júnior da obra “Natureza Morta de Flores” de Jan Fyt, pode constituir-se como um factor de atractividade daquela estrutura museológica e da própria cidade. A afirmação feita por Luís Castro Mendes na cerimónia de assinatura do protocolo entre a autarquia albicastrense e o “Novo Banco”, entidade que fez a cedência daquele trabalho datado do século XVII.
Por Nuno Miguel em 12 de Apr de 2018
O governante não perdeu ainda a oportunidade de destacar Castelo Branco como um caso de sucesso no que respeita à transferência de gestão de estruturas museológicas para a tutela das autarquias “este é um exemplo de feliz de um museu presentemente tutelado pela administração local e que será o terceiro museu a nível local a ter pinturas atribuídas a Jan Fyt, cujas obras já se encontram apresentadas no museu Soares dos Reis, no Porto, e no museu nacional de arte antiga, em Lisboa. Apresentada agora como obra convidada até à conclusão dos melhoramentos que a instituição museológica está a realizar por iniciativa da sua tutela actual, esta notável pintura virá a integrar no futuro um dos principais circuitos do museu e constituindo-se a partir de hoje como um factor de atractividade maior deste museu e da própria cidade”. 
O museu de Castelo Branco é o terceiro do país a apresentar uma obra que faz parte da colecção do “Novo Banco” ao abrigo do projecto “NB Cultura” que pretende reforçar a fruição de alguns dos principais activos culturais da instituição. Luís Correia, presidente da autarquia albicastrense, acredita que a chegada desta obra vai permitir dar uma maior visibilidade ao trabalho de dinamização do museu que o município tem vindo a levar por diante “temos a certeza que a chegada desta obra vem valorizar o trabalho que nós fazemos neste museu. É um equipamento que está no interior, que cada vez mais necessita de discriminações positivas como costumamos dizer mas sobretudo precisa de apostas fortes naquilo que é a transformação que estamos a concretizar. Temos a certeza que o depósito desta obra é algo que nos vem fortalecer e precisamos de mais exemplos como este”.  
Já o presidente do conselho de administração do “Novo Banco”, António Ramalho, sublinha que a cedência deste trabalho encaixa na perfeição com uma das temáticas que o museu Francisco Tavares Proença Júnior mais tem procurado dinamizar “este é um quadro que aqui fica bem, tanto mais que os seus motivos e ornamentos casam bem naquilo que é uma boa parte dos motivos e ornamentos que também estão nesse grande projecto que aqui é dinamizado, que tem a ver com as colchas e com o bordado de Castelo Branco e que dão tanto à cultura do país”. 

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