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Domingo, 22 Abr 2018
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POLÍTICA
“MAIS DO MESMO”
Rádio Cova da Beira
O presidente da concelhia do CDS/PP da Covilhã faz um balanço negativo dos primeiros seis meses de governação da actual maioria socialista que gere os destinos da câmara municipal da Covilhã.
Por Nuno Miguel em 12 de Apr de 2018
Em entrevista ao programa “Flagrante Directo” da RCB, João Vasco Caldeira, afirma que “estes primeiros seis meses do mandato têm sido mais do mesmo. Surgem algumas notícias mas depois a sua concretização é muito pouca. Assistimos a lançamentos e apresentações mas depois não recebemos documentos que nos permitam apresentar propostas e trabalhar com coisas concretas. Apresenta-se muita coisa, fala-se muito mas concretiza-se pouco. Aquilo que temos visto é isso”.     
No trabalho que vai ser desenvolvido durante este mandato, a concelhia já criou um gabinete de apoio ao trabalho desenvolvido pelos eleitos nas diversas assembleias de freguesia onde conseguiu eleger representação. Mas o objectivo é mais ambicioso e na mente do líder da concelhia está uma comissão que acompanhe de perto o trabalho realizado pelas 21 freguesias “já temos um grupo de trabalho que vai acompanhar o trabalho de todas as freguesias e assistir à actividade que é realizada pelas juntas e pelas assembleias de freguesia. Não, podemos fazer esse trabalho apenas nas freguesias onde temos eleitos porque não podemos esquecer que temos um vereador na câmara, houve votos no vereador nas freguesias onde não apresentámos lista e essas pessoas não podem ser esquecidas. Aquilo que pretendemos é que nas assembleias de freguesias de Abril, onde vão apresentados os relatórios de gestão, o CDS ali possa estar presente e estamos agora a desenhar esse plano de trabalho”.
Um trabalho de proximidade que, de acordo com João Vasco Caldeira, tem um objectivo claro “é começar desde já a trabalhar nas próximas eleições autárquicas. Ainda que o meu mandato nesta comissão política seja apenas de dois anos há que honrar o resultado que tivemos. Aquilo que pretendemos é alargar o leque de intervenção e reforçar a nossa marca, honrando os votos que tivemos em todas as freguesias, mesmo naquelas onde não apresentámos candidatos às assembleias”.

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