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Quinta, 13 Dez 2018
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SOCIEDADE
“ESTAMOS OPTIMISTAS”
Rádio Cova da Beira
O director executivo da candidatura do “Geopark Estrela” a património mundial da Unesco está confiante que o processo vai chegar a bom porto. O dossier foi entregue ainda antes do final de 2017 e a candidatura já foi aprovada pelo conselho executivo.
Por Nuno Miguel em 11 de Apr de 2018

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De acordo com Emanuel de Castro “a nossa candidatura já foi aprovada pelo conselho executivo e está agora em processo de avaliação. Aquilo que posso dizer é que é com muito orgulho que temos recebido os maiores elogios não só por aquilo que é a riqueza geológica da Serra da Estrela mas também por tudo o que tem sido o trabalho e a estratégia desenvolvida neste território. Não estamos confiantes só porque somos optimistas mas estamos confiantes porque também temos sentido um envolvimento incrível por parte destas comunidades”. 
A partir do próximo mês de Maio vão começar as visitas técnicas de acompanhamento ao território por parte de responsáveis da Unesco e o director executivo da candidatura acredita que a aprovação final pode chegar em Março de 2019 “a partir do dia 15 de Maio e até 15 de Agosto vamos receber a avaliação por parte dos responsáveis da Unesco e depois desse conjunto de visitas ao terreno serão produzidos relatórios e tudo indica que a candidatura seja apreciada e a decisão final seja conhecida entre Fevereiro e Março do próximo ano”.
No âmbito deste processo de candidatura, o “Geopark Estrela” já deu início a segundo ciclo de conferências tendo em vista a apresentação das potencialidades do território e o impacto positivo que a integração da Serra da Estrela na rede de geoparques da pode trazer para o maciço central. Uma iniciativa que, diz Emanuel de Castro, a própria Unesco tem elogiado “estas conferências da estrela estão a ser apontadas pela Unesco como um exemplo de boas práticas para outros geoparques e para outras candidaturas. Obviamente que gostaríamos sempre que mais pessoas participassem mas registo com agrado que entre a última conferência do primeiro ciclo e a primeira conferência deste segundo ciclo tivemos muito mais pessoas. Ser resiliente é também acreditar no valor do território e das pessoas e essa afluência demonstra que o nosso trabalho começa a dar frutos”. 

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