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Domingo, 22 Abr 2018
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SOCIEDADE
“ESTAMOS OPTIMISTAS”
Rádio Cova da Beira
O director executivo da candidatura do “Geopark Estrela” a património mundial da Unesco está confiante que o processo vai chegar a bom porto. O dossier foi entregue ainda antes do final de 2017 e a candidatura já foi aprovada pelo conselho executivo.
Por Nuno Miguel em 11 de Apr de 2018
De acordo com Emanuel de Castro “a nossa candidatura já foi aprovada pelo conselho executivo e está agora em processo de avaliação. Aquilo que posso dizer é que é com muito orgulho que temos recebido os maiores elogios não só por aquilo que é a riqueza geológica da Serra da Estrela mas também por tudo o que tem sido o trabalho e a estratégia desenvolvida neste território. Não estamos confiantes só porque somos optimistas mas estamos confiantes porque também temos sentido um envolvimento incrível por parte destas comunidades”. 
A partir do próximo mês de Maio vão começar as visitas técnicas de acompanhamento ao território por parte de responsáveis da Unesco e o director executivo da candidatura acredita que a aprovação final pode chegar em Março de 2019 “a partir do dia 15 de Maio e até 15 de Agosto vamos receber a avaliação por parte dos responsáveis da Unesco e depois desse conjunto de visitas ao terreno serão produzidos relatórios e tudo indica que a candidatura seja apreciada e a decisão final seja conhecida entre Fevereiro e Março do próximo ano”.
No âmbito deste processo de candidatura, o “Geopark Estrela” já deu início a segundo ciclo de conferências tendo em vista a apresentação das potencialidades do território e o impacto positivo que a integração da Serra da Estrela na rede de geoparques da pode trazer para o maciço central. Uma iniciativa que, diz Emanuel de Castro, a própria Unesco tem elogiado “estas conferências da estrela estão a ser apontadas pela Unesco como um exemplo de boas práticas para outros geoparques e para outras candidaturas. Obviamente que gostaríamos sempre que mais pessoas participassem mas registo com agrado que entre a última conferência do primeiro ciclo e a primeira conferência deste segundo ciclo tivemos muito mais pessoas. Ser resiliente é também acreditar no valor do território e das pessoas e essa afluência demonstra que o nosso trabalho começa a dar frutos”. 

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