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Domingo, 23 Set 2018
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SOCIEDADE
COVILHÃ: CONCELHO TEM NOVAS ASSOCIAÇÕES
Rádio Cova da Beira
Está formalizada a criação das associações de amigos da Covilhã e do Canhoso. A escritura pública foi assinada na passada quarta-feira, num processo dinamizado pela união de freguesias, que pretende agora avançar com o processo para serem reconhecidas como instituições particulares de solidariedade social.
Por Nuno Miguel em 30 de Mar de 2018
Em conferência de imprensa, Carlos Martins refere que a criação das duas associações pretende aproveitar todas as oportunidades para criação de valências que vão de encontro às necessidades sentidas pelas populações “está um quadro comunitário em vigor e neste momento há um programa a que nos podemos candidatar- Não há tempo a perder. Obviamente que queremos falar sobre esta iniciativa com a câmara da Covilhã porque nestas duas associações estão a criar todas as valências possíveis como lar, creche e centro de dia. Para já a aposta é na construção de um grande lar seja na Covilhã ou no Canhoso. Isso depende do espaço que a câmara nos possa, ou não disponibilizar ou de algum espaço privado”.
No entanto, a grande ambição passa mesmo pela construção de um lar social, que possa dar resposta a uma lacuna que se sente no concelho da Covilhã. Um projecto que, afirma o presidente da união de freguesias da Covilhã e do Canhoso, não pretende colidir com o trabalho já desenvolvido por outras instituições “é verdade que temos alguns lares e vários centros de dia a funcionar na Covilhã e nas freguesias mas existe uma lacuna enorme no que diz respeito à valência de lar. Nós não queremos fazer concorrência a ninguém mas todos juntos podemos dar mais dignidade, carinho e afecto a todos os que precisam. Neste momento não existem vagas para a valência de lar na Covilhã e infelizmente há situações de pessoas que precisam desse apoio para viverem os seus dias com a dignidade que merecem”. 
No caso do Canhoso, Carlos Martins assegura que a criação de valências pode ser feita de forma mais rápida, uma vez que podem ser utilizadas as instalações do edifício multiusos, para onde chegou a estar projecto um centro de dia. Já em relação à Covilhã, todo o processo está em aberto “vamos ver qual é o espaço que melhor serve esta associação mas posso dizer-vos que um dos seus fundadores é o empresário António Lopes que nos disse que há um espaço disponível. Nós não queremos que seja uma oferta mas ele foi muito gentil e fez logo uma redução muito significativa na possibilidade de esse espaço ser comprado. Em relação ao Canhoso o processo de instalação de algumas valências pode ser mais rápido uma vez que já temos a estrutura física, que o centro multifunções que foi construído pela câmara da Covilhã há uns anos e cujo processo de legalização já está concluído”.
O autarca sublinhou ainda que, no caso do Canhoso, algumas das valências podem vir a ser criadas em parceria com a diocese da Guarda. Brevemente vai arrancar o processo de angariação de associados para que ainda este ano possam ser aprovados os primeiros estatutos das duas associações e posteriormente desencadeado o processo de eleição dos órgãos sociais.

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