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Domingo, 22 Abr 2018
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POLÍTICA
“VAMOS ATÉ ÀS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS”
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara do Fundão garante que o município não vai aceitar qualquer situação de discriminação em relação ao pagamento das indemnizações aos feridos dos incêndios florestais que devastaram o país no último ano.
Por Nuno Miguel em 25 de Mar de 2018
O tema foi abordado durante uma reunião que decorreu em Oliveira do Hospital onde o autarca foi surpreendido com a notícia de que os feridos que não estejam conectados com os incêndios de Junho, em Pedrógão, e de Outubro não tem direito a receber qualquer indeminização. Na última reunião pública do executivo, Paulo Fernandes não calou a sua indignação “será uma situação que esta câmara deverá levar até às últimas consequências e que tem a ver com o facto de os feridos graves que não estivessem conectados com o incêndio de Pedrógão ou com o incêndio de 15 de Outubro não tem direito a qualquer indemnização, mesmo que encaixem naquilo que o estado reconheceu como um ferido grave e até definiu um conjunto de critérios objectivos em relação a essa questão”.
Paulo Fernandes acrescenta que “eu não aceitarei enquanto presidente de câmara que um ferido bastante grave, com sequelas, no combate directo ao fogo de Alpedrinha que, como se sabe, foi uma vila defendida muitas horas pela sua própria população, tenha um trato desigual em relação a outros casos. Desde já iremos enviar cartas aos órgãos de soberania como ao Presidente da República e ao primeiro ministro a quem irei pedir que esta questão seja sumariamente alterada. Mas também iremos dar conta desta situação à provedoria de justiça que poderá também ter aqui um papel muito importante”.   

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