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Segunda, 23 Abr 2018
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POLÍTICA
CIM: NOVO PRESIDENTE DEFINE PRIMEIRA PRIORIDADE
Rádio Cova da Beira
A reprogramação das verbas do actual quadro comunitário é definida pelo novo presidente da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela como uma das grandes prioridades para este mandato. Carlos Filipe Camelo toma posse do cargo esta terça-feira e sublinha que o que está em cima da mesa não é um reforço de verbas do pacto para o desenvolvimento do território mas sai a sua redistribuição tendo em vista uma maior eficácia ao nível da execução.
Por Nuno Miguel em 19 de Mar de 2018
“O maior desafio que se coloca à CIM num espaço temporal já curto é a possibilidade que existe relativamente a reprogramações que podem ser feitas no âmbito do nosso pacto. Isso não quer dizer que vamos receber mais dinheiro para além daquele que foi contratualizado mas sim fazer afectações diferentes num contexto de dinheiro que pode ser libertado e onde as palavras de ordem são programar e executar. Neste contexto nós iremos, numa próxima reunião, levar feito o trabalho de casa e da forma mais rigorosa possível por forma a ter uma proposta transversal aos interesses de todos os municípios”.
Até final de 2019 a equipa é composta pelo presidente da câmara de Seia e tem como vice presidentes Manuel Fonseca e Rui Ventura, autarcas de Trancoso e de Pinhel. Na segunda parte do mandato, entre 2020 e 2021, cabe a Luís Tadeu, presidente da câmara de Gouveia assumir a presidência da CIM, tendo como vice presidentes os autarcas de Almeida e Manteigas, António Machado e Esmeraldo Carvalhinho. Carlos Filipe Camelo sublinha que “estava perfeitamente estabelecido que, dentro dum contexto de rotatividade, quando o presidente fosse de uma força partidárias os seus vice presidentes seriam de forças políticas diferentes. Assim que isso foi ultrapassado, rapidamente chegámos ao resto da solução”.
Na hora de abandonar a liderança da CIM, cargo que exerceu durante os últimos dois anos, o presidente da câmara do Fundão desvaloriza o facto de nenhum município da Cova da Beira estar representado na nova equipa directiva. Para Paulo Fernandes “temos de perceber que, na nossa coesão, deve existir sempre atenção e solidariedade relativamente a aspectos muito específicos que existem. Há no entanto muitos problemas que são comuns e o mais importante é que os problemas possam ter cada vez mais uma leitura global e não tanto municipalizada”.   
A nova estrutura directiva vai ainda propor à assembleia intermunicipal a manutenção de António Ruas e Carlos Martins como secretários executivos. Já quanto à sede, o organismo vai continuar a funcionar na cidade da Guarda.

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