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Domingo, 24 Jun 2018
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POLÍTICA
MINISTRO ADMITE INTERESSE NA UNIDADE DE MEDICINA NUCLEAR
Rádio Cova da Beira
Ministro da saúde diz que existe “interesse” e “atenção” na unidade de medicina nuclear para o hospital do Fundão mas o assunto ainda está em análise. No dia em que anunciou na região a criação da unidade de cardiologia de intervenção, Adalberto Campos Fernandes foi confrontado com a necessidade de uma outra unidade: a medicina nuclear para o hospital do Fundão.
Por Paula Brito em 09 de Mar de 2018
 

Vítor Pereira pediu ao ministro que coloque esta unidade no topo das prioridades no que ao Centro hospitalar da Cova da Beira diz respeito. Um dos dois pedidos feitos pelo presidente da câmara da Covilhã ao governante:

“O primeiro, que dê acolhimento às pretensões contidas nos projectos da delegação da Covilhã da Cruz Vermelha e da Santa Casa da Misericórdia do Fundão concedendo as camas que estas instituições necessitam para reforçar a cobertura regional da Cova da Beira da rede de cuidados continuados, e em segundo, sabendo que não é possível acudir a tudo e a todos ao mesmo tempo, pedir-lhe que coloque no topo das suas prioridades relativamente a este centro hospitalar, a unidade de medicina nuclear no hospital do Fundão”.

João Casteleiro, presidente do conselho de administração do CHCB recordou que esta unidade está referenciada na rede de medicina nuclear e que será fundamental para melhorar os cuidados de saúde e promover a coesão territorial

“Continuamos empenhados na criação da unidade de medicina nuclear reconhecida pelo próprio ministério da saúde na rede de referenciação hospitalar de medicina nuclear, uma unidade fundamental para manter o nível de qualidade que as nossas populações merecem, mas também para promover a coesão territorial e a valorização do interior permitindo a quem cá vive ter as mesmas condições de vida, dignidade e diversidade que têm os cidadãos que vivem no litoral, contamos com o apoio de V. Exa. para cumprir mas este e outros desígnios.”

No final, confrontado pela comunicação social sobre o tema, o ministro admitiu que o assunto está em cima da mesa, que a atenção e o interesse existem, mas a fase é de análise:

“Temos o estudo entre mãos e à semelhança do que fizemos com a cardiologia de intervenção temos que analisar, estudar e responder em função das redes nacionais, a atenção e o interesse existem mas sobre essa unidade eu não estou em condições de lhe dar uma resposta hoje.”

Quanto à Unidade Local de Saúde para a Cova da Beira, o ministro diz que só será criada se for “socialmente justa e útil, se houver consenso e se, do ponto de vista económico e de qualidade do serviço às comunidades se justificar”.


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