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Terça, 11 Dez 2018
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CIMD Cabecalho
POL√ćTICA
PODER POLITICO OSTRACIZA O INTERIOR
Rádio Cova da Beira
O presidente da associação empresarial da região da Guarda considera que chegou a hora de dizer basta à constante ostracização a que os sucessivos governos têm votado a região da Beira Interior.
Por Nuno Miguel em 09 de Mar de 2018
No fórum pela abolição de portagens, que decorreu na faculdade de ciências da saúde da UBI; Pedro Tavares deixou como exemplo os números de empresas apoiadas pelo actual quadro comunitário para concluir que a Beira Interior continua a ser relegada para segundo plano face a outras regiões do país “num universo de 4641 apoios atribuídos a pequenas e médias empresas, 3452 foram na região de Lisboa. Na CIM da Beira Baixa houve 12, nas Beiras e Serra da Estrela 24 e em Viseu/Dão Lafões foram 20. Vejam o que nos está a acontecer. Numa região tão grande como é todo o interior. Claro que a questão das portagens não é totalmente a culpada disto mas a ostracização a que estamos a ser devamos pelo poder central é demais e temos que começar a dizer basta”.
Já o porta voz da comissão de utentes da A 25, Zulmiro Almeida, sustenta que o PS não pode esquecer a promessa feira à região em 2009, quando o então executivo socialista apresentou o seu programa de governo “as scuts devem permanecer com vias sem portagens enquanto se mantiverem as condições que justificaram, em nome da coesão nacional a sua implementação. São vias localizadas em regiões em que os índices de desenvolvimento económico sejam inferiores à média nacional e não existirem outras ofertas no sistema rodoviário. Cumpram aquilo que escreveram que nem isso estão a fazer”. 
José Branquinho, coordenador da união de sindicatos da Guarda, refere que é muito importante que também as populações se envolvam nesta luta no sentido de acabar com uma injustiça que tem vindo a ser cometida desde 2011 “tal como em 2011 fomos confrontados com a abolição do conceito de autoestradas sem custos para o utilizador, temos hoje uma plataforma convergente com o grande objectivo que é a abolição. Vamos levar este movimento para a rua e queremos chegar ao poder político e ao poder governativo e mostrar o quão injusta foi a decisão de colocar as portagens”.  

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