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Terça, 25 Set 2018
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POLÍTICA
GOVERNO DESCARTA ABOLIÇÃO DE PORTAGENS
Rádio Cova da Beira
Abolição de portagens na A23 e A25 não está em cima da mesa, disse ontem na Covilhã o ministro do planeamento e das infraestruturas. Pedro Marques confirmou que o governo está a estudar a possibilidade de uma nova redução exclusivamente para o sector empresarial.
Por Paula Brito em 06 de Mar de 2018
 

 “O que posso dizer sobre as portagens é que já as reduzimos há menos de dois anos atrás em 15% em todas as auto-estradas do interior, o governo já referenciou que todas as políticas públicas são continuamente avaliadas, e portanto, estamos a estudar as condições para, nomeadamente, favorecer a fixação de empresas nestas regiões com a questão da mobilidade e da mobilidade nas auto-estradas, quando tivermos esse trabalho concluído e pudermos anunciar mais alguma coisa, anunciaremos.”

Perante a insistência dos jornalistas, o governante assumiu que a abolição não está em cima da mesa, antes a redução do valor das portagens para as empresas.

“Não, a abolição não está em cima da mesa, está em cima da mesa melhorar condições de circulação das empresas e de fixação das empresa nas regiões do interior.”

O ministro respondia aos jornalistas depois do presidente da câmara da Covilhã, Vítor Pereira,  ter apontado como medida de diferenciação positiva para o interior a isenção de portagens na A23 e A25.

“É necessária uma redução mais acentuada, progressiva e paulatina das portagens até à isenção.”

Confrontada com a situação a comissária europeia dos transportes e mobilidade, Violeta Bluc, lembrou que no ano passado a comissão europeia propôs um sistema igual para todos os Estados Membros da União Europeia mas cada um é soberano para decidir, sendo que no futuro vai ser necessário encontrar novas fontes de financiamento para a manutenção e novos projectos.

Declarações à margem do lançamento da obra de requalificação da linha da Beira Baixa da Covilhã à Guarda. Um investimento de 77 milhões de euros, 52 milhões dos quais na empreitada que agora começa e que, segundo o caderno de encargos deverá estar pronta dentro de 18 meses.


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