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Terça, 25 Set 2018
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POLÍTICA
“REFORÇAR A COESÃO E CONSTRUIR O FUTURO”
Rádio Cova da Beira
É este o mote da moção global de estratégia que Hortense Martins vai levar ao próximo congresso da federação distrital de Castelo Branco do Partido Socialista. A actual líder federativa apresentou ontem à noite a sua recandidatura ao cargo. Há dois mandatos no exercício do cargo, Hortense Martins afirma que a apresentação desta candidatura não é uma surpresa, pretendendo dar continuidade ao trabalho que tem vindo a ser realizado.
Por Nuno Miguel em 27 de Feb de 2018
“Recandidato-me para prosseguir este projecto, que se iniciou com a moção por um PS Forte e Solidário e que deu lugar ao Compromisso de Confiança que vos apresentámos em 2016.  O PS conseguiu unir-se em torno do nosso projecto alcançar os objectivos a que nos propusemos. Servir as cidadãs e os cidadãos deste distrito, na defesa das melhores soluções para a construção do nosso futuro. Neste projecto a união foi a pedra basilar. Superando objectivos individuais, soubemos estar unidos em torno das causas colectivas e de defesa da nossa região”.
A actual presidente da federação garante que não se recandidata a pensar na nomeação para qualquer outro cargo, mas sim em prol da defesa do distrito de Castelo Branco e das suas populações “recandidato-me com determinação e responsabilidade para prosseguir este caminho. Podem estar certos da minha determinação na luta pelas nossas causas, por mais coesão social e territorial e na total dedicação ao Partido Socialista para servir o nosso distrito. Assim foi desde a primeira hora que abracei este desafio e assim continuará a ser. Eu não estou na Federação com os olhos postos em qualquer cargo, porque acredito que quando somos eleitos, devemos respeitar o nosso mandato. É desta maneira que estou na política. Na política como forma de servir os outros e de procura do bem comum. Na defesa das melhores soluções para dar resposta aos problemas dos nossos concidadãos”.  
Hortense Martins afirma que o PS é um partido com uma responsabilidade histórica no distrito, pelo que o desenvolvimento do interior vai continuar a ser uma das principais bandeiras. Uma causa, diz a líder da federação, a que outros só agora chegaram “parece que agora, o desenvolvimento do interior, entrou finalmente no léxico de alguns. Bem-Vindos. É o que posso dizer. Há muito que os esperamos, para que se juntem a nós, na luta pelo desenvolvimento destes dois terços do país. No entanto, a prática diz-nos que quando estão na oposição lembram-se de algumas medidas mas, logo que chegam ao poder acabam com elas, com desdém. Por isso, temos que vos dizer, juntem-se a nós, mas não admitimos oportunismos bacocos. Queremos que essas politicas e medidas perdurem no tempo e possam dar estabilidade, constituindo-se como factores de atracção de empresas, sustentação das que cá existem e de atracção de pessoas”.
O reforço da coesão social e territorial é outra das bandeiras que Hortense Martins promete hastear ao longo do próximo mandato. A também deputada na assembleia da república refere que o orçamento de estado para 2018 já apresenta alguns sinais positivos para a região, mas que é necessário continuar a aprofundar deixando como exemplo a diminuição das portagens “felizmente que o governo do PS mais uma vez assumiu a marca do desenvolvimento do interior. Iniciou a descida das portagens para os ligeiros e para os pesados. E nós bem nos recordamos de quem exigiu que todas as auto-estradas tivessem portagens. Queremos mais, precisamos de mais e temos de continuar a ter mais, mesmo neste campo”. 
Para Hortense Martins chegou a hora de travar a sangria populacional e o abandono de dois terços do território nacional. Para isso a federação do PS de Castelo Branco defende a adopção de medidas duradouras e um reforço do trabalho de todos “estamos neste momento perante novos desafios que exigem o reforço do nosso trabalho em torno da moção de orientação estratégica que apresento e que será discutida no nosso congresso. A federação distrital de Castelo Branco, tem trabalhado de forma determinada, com o objectivo de chamar a atenção dos diferentes protagonistas políticos para a necessidade de combater o abandono e a desertificação do nosso território. Afirmamos constantemente a necessidade de apoiar a manutenção e criação de emprego, reforçar a competitividade das empresas, atrair investimento, valorizar os trabalhadores e as suas famílias e defender a coesão social e territorial”. 

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