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Terça, 11 Dez 2018
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CULTURA
MUSEU ARQUEOLÓGICO APOSTA NA DESCENTRALIZAÇÃO
Rádio Cova da Beira
Museu arqueológico municipal vai apostar na descentralização, criando novos e, em alguns casos, renovados núcleos nas freguesias. O objectivo traçado pela vereadora com o pelouro da cultura, no dia em que o museu José Alves Monteiro assinalou 11 anos nas novas instalações.
Por Paula Brito em 26 de Feb de 2018

“Temos outros espaços museológicos que estão ligados ao museu arqueológico e são dinamizados pela mesma equipa, nomeadamente em Castelo Novo onde estamos a requalificar e a alterar o núcleo museológico que vai mudar para o espaço onde é actualmente o posto de turismo. A próxima unidade museológica vai localizar-se aí devidamente organizada.” Segundo a autarca, o mesmo vai acontecer na Barroca com a reformulação de conteúdos no centro interpretativo das figuras rupestres do Zêzere.

No ano passado visitaram o museu arqueológico municipal José Alves Monteiro 3.655 pessoas, a maioria escolas. Aos mais recentes números de visitantes junta-se o aumento de exposições temporárias que passou de uma, em 2015, para nove, em 2016 e de um autor para 48, no mesmo período.

Quanto às obras expostas, de 51 no ano de 2015 para 212 em 2016. Um aumento exponencial salientado pela vereadora com o pelouro da cultura na câmara do Fundão, no dia em que o museu assinalou, nas novas instalações, 11 anos de existência.

“Tem-se registado um aumento significativo quer do número de visitantes quer das actividades realizadas, e isto está aqui presente neste dia pela quantidade de actividades para a celebração deste aniversário. É isso que temos feito na gestão, através da equipa que está aqui no museu em articulação com a vereação da cultura, da programação de actividades para que a comunidade se envolva, porque os museus são espaços vivos e dinâmicos.”  

O aniversário do museu ficou marcado, este ano, pela valorização do património concelhio, com a abertura de uma nova exposição designada “Um destino, coisas simples”, e uma reflexão sobre o património do Fundão onde se destacou a escola de Sta. Teresinha com o lançamento do livro da autoria dos arquitectos Pedro Novo e Paulo Fortunato.

A sessão acabou por se transformar numa homenagem ao autor do projecto, o arquitecto José Pires Branco, que tem também desde sábado os seus trabalhos expostos na moagem. 


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