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Segunda, 25 Jan 2021
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SOCIEDADE
IPCB COM NOVAS UNIDADES DE INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Rádio Cova da Beira
Foram criadas no Instituto Politécnico de Castelo Branco e submetidas à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) cinco novas Unidades de Investigação e Desenvolvimento (UID).
Por Paulo Pinheiro em 26 de Feb de 2018

As novas UID são: Unidade de Investigação Desporto, Saúde e Exercício (SHERU); Unidade de Investigação Interdisciplinar - Comunidades Envelhecidas Funcionais (Age.Comm) ; Unidade de Investigação em Serviços, Aplicações e Conteúdos Digitais (DiSAC); Unidade de Investigação Qualidade de Vida no Mundo Rural (QRural) e Unidade de Investigação - Centro de Investigação em Património, Educação e Cultura (CIPEC)

Estas novas unidades juntam-se à já existente no IPCB, CERNAS (Centro de Estudos em Recursos Naturais, Ambiente e Sociedade – Pólo de Castelo Branco).

De acordo com o IPCB, as seis Unidades de Investigação e Desenvolvimento contam com mais de 100 investigadores do instituto, “o que confirma a dinâmica continuada da instituição na prossecução de atividades de investigação”, refere aquele estabelecimento de estabelecimento de ensino superior.

O funcionamento e desenvolvimento das UID terá repercussões no ajustamento do projeto educativo às dinâmicas de investigação e do desenvolvimento das profissões e das necessidades do mercado de trabalho, explica o Instituto Politécnico de Castelo Branco.

“O IPCB reforça assim o seu posicionamento no sistema científico e tecnológico português, constituindo-se como instituição regional de referência também no campo da produção e disseminação de conhecimento, o que virá a ser determinante para a oferta de programas de doutoramento”, afirma a instituição.

Para o presidente do IPCB, “este é um momento marcante da vida da Instituição e constitui uma forte aposta por contribuir para o reforço e consolidação da capacitação científica do IPCB e, por essa via, reforçar o desempenho e impacto das atividades e da própria Instituição, o que responde as recomendações apresentadas pela OCDE, constantes no relatório apresentado no início de Fevereiro”.

 

Carlos Maia salienta que em termos de processo “foi muito gratificante verificar o entusiasmo e a capacidade de mobilização dos professores do IPCB em torno deste objetivo, de que resultaram unidades de investigação constituídas por docentes de diversas áreas científicas, as quais irão ter apoio logístico e financeiro por parte do IPCB, nestes primeiros anos, independentemente das necessárias candidaturas para captação de financiamento proveniente de outras fontes”, conclui.

 


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