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Segunda, 25 Jun 2018
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POLÍTICA
CIMBSE: VÍTOR PEREIRA FALA SOBRE O PROCESSO ELEITORAL
Rádio Cova da Beira
Presidente da câmara municipal da Covilhã responde ao PSD e garante que no processo de eleição para o novo presidente da Comunidade DAS Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) nunca apresentou candidatura.
Por Paulo Pinheiro em 22 de Feb de 2018

Vítor Pereira não entrou na corrida eleitoral porque decidiu concentrar a sua acção política no concelho a que preside, apesar de ter a solidariedade dos autarcas da Comunidade:

 

“Tinha a solidariedade dos meus colegas, mas entendi, nesta altura, que a minha actuação política se devia centrar mais no meu município. Em nenhum momento apresentei candidatura, aliás mostrei a minha indisponibilidade como pode ser testemunhado pelos presidentes dos municípios presentes e entendi que é mais importante, feito o trabalho ao longo deste mandato, centrar a minha atenção no concelho da Covilhã”.

 

O edil encarou o processo electivo com naturalidade “de quem é solidário com todas as regiões da CIM” e recorda que a Cova da Beira deteve a presidência em todo o anterior mandato, “com trabalho reconhecido”, agora é a vez de outros autarcas assumirem a tarefa, argumenta o presidente da CMC.

 

Admitindo a existência de dificuldades até à solução que agora foi aprovada por unanimidade, Vítor Pereira afirma que a posição assumida pelo PSD Covilhanense, que acusa o executivo socialista na câmara da Covilhã de estar “a remeter o concelho para um papel secundário” é destituída de fundamento

“São leituras enviesadas, desprovidas de fundamento porque o peso específico de uma cidade, concelho ou uma região não se mede por sedes, presidências ou por vice-presidências mede-se pelo trabalho lá desenvolvido e por tudo quanto é possível fazer nesse âmbito, mas ninguém pode esquecer que as deliberações do conselho intermunicipal, que é composto por 15 presidentes de câmara, carecem em 99% dos casos de unanimidade, portanto estamos conversados quanto ao peso específico de quem quer que seja”, declara o edil.  

 

Para o presidente da autarquia covilhanense as Comunidades Intermunicipais não podem ser criadas a régua e esquadro e sem ouvir as instituições que estão inseridas no território.

 


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