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Terça, 11 Dez 2018
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POLÍTICA
FAZER O POSSÍVEL PARA ALCANÇAR O IMPOSSÍVEL
Rádio Cova da Beira
O governo ainda não tem uma avaliação global sobre o que está a acontecer em relação à limpeza das florestas. Segundo o secretário de estado das florestas e da administração local essa avaliação só será feita em Março. Até lá todos têm que fazer o que está ao seu alcance: estado, autarquias e particulares.
Por Paula Brito em 22 de Feb de 2018
 

 “O Estado através do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, que tem um plano em curso para limpar as matas públicas e as áreas públicas florestais, e as autarquias têm que agir quando os proprietários não limparem”, adiantou Miguel Freitas garantindo que o Estado cumprirá a sua parte.

Confrontado com as preocupações que os autarcas têm manifestado quando ao cumprimento de prazos, o governante admite que não vai ser possível limpar todo o país mas a mensagem que deve ser passada é que preciso fazer aquilo que é possível.

“Se todos fizermos o que é possível quase chegaremos ao impossível”, admitindo que haverá zonas que ficarão por limpar porque “não é possível limpar o país todo”.

Miguel Freitas acrescentou que as prioridades estão definidas, sendo que há 19 áreas que em Portugal, este ano, que estavam com maior perigosidade ao nível de incêndios florestais, sublinhando que há 6.400 aldeias que estão em maior risco de incêndio.


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