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Terça, 11 Dez 2018
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POLÍTICA
JORGE FAEL CONTINUA A EXIGIR RESPOSTAS
Rádio Cova da Beira
O eleito da CDU na assembleia da união de freguesias da Covilhã e do Canhoso acusa a junta de freguesia de ter emitido um comunicado “que não esclarece rigorosamente nada” sobre um conjunto de quatro questões levantadas em relação à situação dos trabalhadores da autarquia.
Por Nuno Miguel em 22 de Feb de 2018
Em comunicado, Jorge Fael sublinha que a CDU pretende saber quantos trabalhadores existem em situação precária na autarquia, quando se prevê a abertura de concurso para a regularização da situação, se a autarquia celebrou algum contrato de valor igual ou superior a cinco mil euros e, caso tenha existido, porque não foi publicado.  O eleito acrescenta que “ao contrário do que a Junta de Freguesia pretende fazer crer, a realidade é que às perguntas concretas efectuadas pelo eleito da CDU, mas não só, na sessão da Assembleia de Freguesia, aquela limitou-se a dizer que estava a cumprir a lei, resposta que, convenhamos é, por um lado, muito parca e, por outro, «esclarecedora». Ou seja, não podendo obviamente dizer o contrário, este foi o argumento utilizado pela maioria PS para fugir às questões que lhe foram colocadas. Jorge Fael acrescenta que a junta de freguesia afirma que “o aumento de 15 mil euros na rubrica pessoal em regime de tarefa e avença se deve à regularização de situações de contratos ilegais com os quais esta autarquia se deparou”. Contudo, a verdade é que “nada disto resolve a precariedade e a ilegalidade. Pelo contrário, o que se confirma, é que a junta de freguesia, ao arrepio dos princípios da justiça e da legalidade que tão ciosamente invoca, quer manter os trabalhadores, nomeadamente os auxiliares de educação, na mais completa precariedade e insegurança, contratando-os ao abrigo do regime de prestação de serviços, agravando desta forma a situação num serviço de extraordinária importância como é o caso, pois estamos a falar de pessoas que cuidam de crianças e têm direito ao trabalho com direitos”. Por último, a CDU lembra que “o tempo continua a passar” e exige que os requerimentos que dirigiu à autarquia “sejam cabalmente respondidos”.

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