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Terça, 25 Set 2018
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CIMD Cabecalho
POLÍTICA
AUTARCA DE SEIA PRESIDE À CIM
Rádio Cova da Beira
O novo presidente da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela garante que a sua eleição para a liderança daquele organismo nunca foi um objectivo pessoal. A afirmação feita por Carlos Filipe Camelo no final da reunião da CIM em que foi eleita, por unanimidade, a nova estrutura dirigente daquela entidade para os próximos quatro anos.
Por Nuno Miguel em 21 de Feb de 2018
O autarca de Seia tinha-se mostrado disponível para avançar, caso estivessem reunidas um conjunto de condições prévias e tendo por base os entendimentos alcançados antes da reunião, acabou mesmo por decidir avançar “nunca foi um objectivo, como tenho mostrado até agora na minha vida cívica e pessoal, colocar o meu umbigo à frente das coisas. Aquilo que me foi dado a observar e a sentir é que a solução poderia estar numa abertura que eu pudesse dar para caminhar em direcção a um fim em relação a toda essa questão. Foi o que efectivamente acabou por acontecer”. 
O mandato vai ser exercido de forma rotativa. Até final de 2019 a equipa é composta pelo autarca de Seia e integra Manuel Fonseca e Rui Ventura, presidentes das câmaras municipais de Trancoso e de Pinhel, que vão exercer funções como vice presidentes.Na segunda parte do mandato, entre 2020 e 2021, cabe a Luís Tadeu, presidente da câmara de Gouveia assumir a presidência da CIM, tendo como vice presidentes os autarcas de Almeida e Manteigas, António Machado e Esmeraldo Carvalhinho respectivamente. Carlos Filipe Camelo admite que se tratou de uma proposta consensual “quando o comboio é para andar e a locomotiva está escolhida, é mais fácil encontrar-se as outras carruagens. Aqui estava perfeitamente estabelecido que num contexto de rotatividade estava desenhado que existindo um presidente de uma força partidária os dois vice presidentes seriam sempre pessoas de um e de outro partido. Escolhidos que foram os nomes, nós facilmente chegámos ao resto da solução”.
Também de forma consensual, os autarcas decidiram manter na Guarda a sede da comunidade intermunicipal. De acordo com o novo presidente da CIM, a localização geográfica da cidade acabou por ser determinante “houve sensatez, da parte de todos nós, relativamente à questão do território e soube fazer-se uma gestão das diferentes situações, ultrapassando alguns individualismos que podiam surgir à partida. Quaisquer pedras na engrenagem foram ultrapassadas de uma forma perfeitamente natural e consensual no contexto daquilo que foram as nossas discussões”.

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