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Domingo, 20 Mai 2018
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POLÍTICA
BE QUER AVALIAR COMBATE AO ASSÉDIO MORAL
Rádio Cova da Beira
O Bloco de Esquerda vai acompanhar de perto a aplicação da nova legislação de combate a situações de assédio moral nos locais de trabalho. O compromisso assumido por Isabel Pires, deputada na Assembleia da República, no final de uma visita à região onde o tema foi alvo de reuniões com várias organizações sindicais do distrito e que permitiram analisar algumas situações em concreto.
Por Nuno Miguel em 14 de Feb de 2018
“Falámos sobre a questão da «Lanifato» e o acompanhamento que tem sido dado e também da «Resistrela», embora aqui seja uma situação diferente que tem a ver com as carreiras e com os pagamentos. Sabemos que há situações em que são exercidas pressões junto dos trabalhadores para que as empresas não cumpram os direitos a que são obrigadas, seja para de alguma forma diminuírem os custos que existem nos locais de trabalho com os trabalhadores. Para o Bloco de Esquerda esta questão do assédio moral é um tema importante, sendo certo que foi já aprovada legislação que aumenta a protecção dos trabalhadores neste tipo de casos e portanto temos de acompanhar a execução da lei e como é que as coisas estão a correr”. 
Isabel Pires acrescenta que outra das matérias que o Bloco de Esquerda quer colocar na agenda política diz respeito ao trabalho por turnos e actividade laboral nocturna. A deputada refere que existem no distrito várias empresas em que existe uma grande predominância desse tipo de trabalho e por isso, em sede de discussão na especialidade, o Bloco quer apresentar propostas que melhorem a nova legislação que regulamenta essas actividades “temos acompanhado aqui neste distrito que existem várias empresas onde existe uma predominância grande de trabalho por turnos ou nocturno. Estão neste momento a ser discutidos na especialidade na assembleia da república alguns projectos que, de alguma forma, clarificam o que é entendido por trabalho nocturno assim como o que respeita ao seu pagamento e o mesmo se passa em relação aos turnos. Nós entendemos que deve existir uma maior protecção dos trabalhadores uma vez que, todos os estudos o indicam, quem tem este tipo de trabalho sofre consequências a nível físico e psicológico que o trabalho diurno não tem e por isso é também necessário reforçar a atenção quando olhamos para estes trabalhadores”.    

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