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Sábado, 22 Set 2018
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SOCIEDADE
SINDICATO RESPONDE AO PROVEDOR DA MISERICÓRIDA DA COVILHÃ
Rádio Cova da Beira
O Sindicato dos Trabalhadores em funções públicas e sociais do sul e regiões autónomas (STFPSSRA) estranha declarações do provedor da misericórdia da Covilhã à RCB, e recorda que a instituição subscreveu em Agosto de 2016 contrato colectivo de trabalho que prevê uma actualização salarial em todos os níveis da tabela no valor de 10 euros.
Por Paula Brito em 12 de Feb de 2018
 

Em causa estão as declarações de Neto Freire que “diz que não pode renovar 40 contratos de trabalho porque é obrigado a actualizar o Salário Mínimo Nacional e a aplicar o Acordo Colectivo de trabalho.”

Segundo nota do Sindicato dos Trabalhadores em funções públicas e sociais do sul e regiões autónomas (STFPSSRA), o provedor da misericórdia da Covilhã comprometeu-se, em reunião com aquele sindicado em Janeiro de 2017 a actualizar os salários em conformidade com o Acordo Colectivo das Misericórdias “e até ao momento não cumpriu.”

O sindicato lamenta ainda as afirmações de Neto Freire “que em nada contribuem para a transparência da gestão a que está obrigado”.

O sindicato questiona-se como é possível ter 40 trabalhadores a prazo e dispensá-los, sendo caso para uma investigação da segurança social uma vez que esta dispensa pode colocar em causa o rácio de trabalhadores exigindo pela Segurança Social.

Preocupado com a gestão da misericórdia, “que opta pela realização de obra negando a valorização salarial dos trabalhadores”, o sindicato diz que “é tempo da SCMC assumir os seus compromissos, respeitar os direitos dos trabalhadores e não faltar à verdade.”


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