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Sábado, 24 Fev 2018
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POLÍTICA
“100 DIAS COM UM MAR DE INDEFINIÇÕES”
Rádio Cova da Beira
È desta forma que, em comunicado, a concelhia do PSD da Covilhã avalia os primeiros meses da nova maioria do PS à frente da câmara municipal. De acordo com os social democratas, os socialistas “perdidos nas lutas internas, esquecendo-se de quem os elegeu e das muitas instituições que dentro das suas competências e limitadas condições tão bem substituem o município nas ações sociais, desportivas, culturais e recreativas”.
Por Nuno Miguel em 11 de Feb de 2018
Por isso, a concelhia do PSD da Covilhã sustenta que “é essencial passar-se da teoria à prática, da retórica à acção e é urgente a criação e implementação de um regulamento de apoio ao associativismo local, para se conseguir criar um clima de justiça e transparência associativa, que fique de fora das guerras internas do Partido Socialista”. O comunicado acrescenta que “o associativismo não pode viver de conjunturas políticas, nem de actores políticos que, conforme o vento, mudam as condições proporcionadas às associações. Não se pode num dia, prometer a Tinturaria e no outro dizer que foi um equívoco. Não se pode em campanha eleitoral entregar cheques referentes a orçamentos participativos de anos transatos. Não podemos acordar para os problemas, passado quatro anos de indefinições. Nem concentrar as soluções num único evento, intitulado de grande fórum a realizar em breve”.
O PSD acrescenta que “é essencial o licenciamento das instalações das nossas associações, pois os dirigentes associativos que assumem responsabilidades solidárias, por amor a uma camisola, tradições, bairrismos, ideologias ou clubismos, não podem pelo seu total empenho voluntário ser unicamente responsabilizados por situações eternamente insolúveis e por dificuldades impostas pelo próprio município da Covilhã. Alertamos que existem diversos movimentos associativos no concelho que acolhem diversos eventos mensalmente e, por não disporem dos devidos licenciamentos, não têm, por exemplo, contratualizado os seguros legalmente obrigatórios ou que os tendo, as companhias de seguro não vão accionar a responsabilidade civil”.

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