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Terça, 14 Ago 2018
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POLÍTICA
“HÁ VONTADE DE AVANÇAR COM ESSE PROGRAMA”
Rádio Cova da Beira
O governo pretende criar um programa específico de apoio aos territórios de baixa densidade com recurso a fundos comunitários. A ideia foi transmitida pelo ministro do planeamento na última reunião do conselho regional onde a necessidade de criar um programa específico para essa faixa do território voltou a ser defendida pelo presidente da câmara do Fundão.
Por Nuno Miguel em 08 de Feb de 2018
“Aproveitámos esta oportunidade para reiterar que o quadro das zonas de baixa densidade do interior do país merecem um programa específico, coisa que o governo me parece, pela arquitectura que nos foi transmitida pelo ministro do planeamento, sintonizado. Há uma vontade de criar um programa específico em financiamento comunitário para aquilo que são os territórios de baixa densidade o que, do nosso ponto de vista, é positivo”.    
Na última reunião pública do executivo, Paulo Fernandes acrescenta que a utilização de financiamento comunitário para o desenvolvimento desse programa pode trazer várias vantagens “nós temos algumas medidas de discriminação positiva mas não temos um programa com financiamento comunitário que permita dotar as políticas para o interior de um orçamento próprio. E se isso se concretizar, vamos deixar de assistir ao cenário de andar quase de gaveta em gaveta, ministério a ministério para encontrar aos recursos para ter um programa integrado para resolver os problemas complexos com que o interior do país se depara”.
Mas para além do apoio aos territórios de baixa densidade, Paulo Fernandes espera que este programa possa também trazer medidas que ajudem a diminuir os custos de contexto para os cidadãos e empresas que vivem e trabalham na região “nós não podemos continuar a pagar as portagens, a água, os transportes e os resíduos como os pagamos. Se alguma coisa que o próximo quadro comunitário possa trazer para o interior que também seja utilizado para reduzir alguns custos de contexto porque essa é uma questão central do pinto de vista da nossa região. Não basta fazer, aqui ou ali, uma redução pontual quando depois os outros custos não acompanham essa tendência”.


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