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Sexta, 25 Mai 2018
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SOCIEDADE
DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA O CANCRO
Rádio Cova da Beira
Assinala-se este domingo, 4 de Fevereiro, o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro. O cancro do pulmão é o que mais mata em Portugal. De acordo com as estatísticas, em 2015, foram mais de quatro mil mortes, estimando-se que 90% seriam evitáveis. A mortalidade nos homens baixou mas nas mulheres aumentou.
Por Paulo Pinheiro em 04 de Feb de 2018

De acordo com o director do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas, em declarações à Lusa, o cancro matou, em 2016, 27 900 portugueses, mais três por cento em relação ao ano anterior.

Os dados vão ser inseridos no Registo Oncológico Nacional, uma plataforma que tem como objectivo a recolha e análise de dados de todos os doentes oncológicos diagnosticados e tratados em Portugal.

Já o presidente do Serviços Partilhados do Ministério da Saúde antevê que venham a ser registados cerca de quatro mil novos casos por mês.

O Dia Mundial da Luta Contra o Cancro “realça a importância da equidade no acesso à detecção precoce, tratamento e cuidados”, refere a Liga Portuguesa Contra o Cancro.

O cancro da laringe, traqueia, brônquios e pulmão matou, em 2015, 4.326 pessoas; o do cólon 2.621, do estômago 2.340, linfático/hematopoético 2.303. 

O cancro da próstata tirou a vida a 1.723 pessoas e o da mama a 1.709, pâncreas 1.423, recto e ânus 1262, fígado e vias biliares intra-hepáticas 1.134, bexiga 1.011. Outros cancros 7.415 .

O cancro é uma das principais causas de morte no mundo. Todos os anos, cerca de oito milhões de pessoas morrem vítimas de cancro e estima-se que a doença é responsável por mais de 84 milhões de mortes entre 2005 e 2015.

O cancro contabiliza mundialmente mais mortes que VIH/SIDA, tuberculose e malária juntos. Das 7,6 milhões de mortes por cancro no mundo em 2008, mais de 55% ocorreram em regiões menos desenvolvidas. Em 2030, estima-se que de 60 a 70% dos 21,4 milhões de novos casos de cancro ocorrerão nos países em desenvolvimento.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 40% de todos os cancros podem ser prevenidos e outros podem ser detectados numa fase precoce do seu desenvolvimento, tratados e curados.


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