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Domingo, 20 Mai 2018
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POLÍTICA
PROPOSTAS DO CDS NÃO VÃO A VOTOS
Rádio Cova da Beira
Não chegou a ser votada a proposta do vereador do CDS-PP de criação de uma oficina social no concelho para dar resposta a pequenos problemas de reparações em casa de pessoas idosas e carenciadas. Uma proposta apresentada em campanha eleitoral que Adolfo Mesquita Nunes levou ao executivo para ser criada em parceria com as IPSS´s do concelho.
Por Paula Brito em 02 de Feb de 2018
 

O assunto foi discutido na última reunião pública onde José Armando Serra dos Reis, vereador da maioria socialista disse  que o concelho está coberto de respostas sociais a todos os níveis e que situações pontuais podem ser resolvidas pelas instituições presentes no terreno com o apoio e coordenação do município.

“Eu entendo que quer ao nível das IPSS quer ao nível das instituições que prestam apoio social de vária índole, nós já estamos cobertos o suficiente, e se escapar um caso ou outro que não esteja a ser assistido, eu penso que será muito raro e que não justifica essa figura.”

Adolfo Mesquita Nunes entende que a proposta que apresentou não se sobrepõe a nenhum dos serviços e apoios sociais existentes e que seria uma mais valia tendo em conta a realidade que encontrou no terreno.

“Eu visitei o concelho e conheço o concelho e, de facto, há muita gente que precisa de pequenas reparações em casa e não tem quem as possa fazer, isto é um mecanismo, a câmara encontrará outras formas, que fique registado que eu propus algo que ia num determinado sentido e a câmara diz que está a pensar numa coisa mais abrangente e global.”

 

A proposta não foi assim a votação, tal como a proposta do vereador do CDS de transmissão em directo das reuniões públicas do executivo. Vítor Pereira diz que vai “ordenar” aos serviços competentes da autarquia um estudo sobre o assunto.

Uma reunião onde foi ainda votada a criação da comissão de toponímia com o voto contra do vereador do CDS-PP.  Adolfo Mesquita Nunes entende que deveria haver “uma maior representatividade do sentir social do concelho” uma vez que cinco dos seus sete elementos “dependem directamente da câmara municipal ou do senhor presidente”. O autarca entende que deveria ser feito um esforço de abertura desta comissão à sociedade civil.

 

 

 


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