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Quinta, 16 Ago 2018
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POLÍTICA
“TEMOS DE SER ATRACTIVOS”
Rádio Cova da Beira
Carlos Martins acusa a câmara municipal da Covilhã de não ter uma verdadeira política de atracção de novos investimentos para o concelho. O actual presidente da união de freguesias da Covilhã e Canhoso afirma que pretendeu dar passos nesse sentido quando desempenhou funções no executivo, entre 2013 e 2017, mas acabou por não conseguir concretizar essa ambição.
Por Nuno Miguel em 17 de Jan de 2018
Em declarações à RCB, Carlos Martins sustenta que “nós temos de ser atractivos. Não é com o aumento do IMI e da derrama que somos atractivos. Estamos a ir ao bolso das pessoas. Quem tem uma habitação própria não é rico. E se não há actividade por parte dos empresários eles escolhem outras paragens. Não sou daqueles que dizem que escolhem o Fundão ou a Guarda. Ainda bem que vêm para o interior, mas escolhem outras paragens. E não tem havido uma política de atracção de investimento para a Covilhã. Essa é uma crítica que eu faço. Podem questionar-me porque é que não o fiz enquanto tive responsabilidades na câmara mas eu queria-o fazer. Não podemos estar só à espera que os empresários e investidores cheguem”.
O presidente da união de freguesias da Covilhã e do Canhoso acrescenta que “nós precisamos de empresas de alguma dimensão. É evidente que empresas com pouca dimensão e que criem três ou quatro postos de trabalho são importantes mas temos de ser mais ambiciosos. Por exemplo a Ikea tem um plano para Portugal para a criação de mais lojas no país. Estamos à espera de quê? Obviamente que não basta esta minha ideia, temos de ir à procura das pessoas, dar a conhecer a marca «Covilhã», as potencialidades que temos e o que é bom viver e investir no nosso concelho”. 

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