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Quarta, 21 Fev 2018
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UBI
CIMD Cabecalho
POL√ćTICA
DECISÃO TOMADA
Rádio Cova da Beira
Hugo Lopes não se recandidata à presidência da comissão permanente do conselho municipal de juventude da Covilhã. A decisão já foi transmitida ao presidente da autarquia e prende-se com o facto de o órgão nunca ter funcionado da melhor forma desde a sua criação.
Por Nuno Miguel em 14 de Jan de 2018
 

De acordo com Hugo Lopes “não preciso de ficar só para dizer que sou presidente de um órgão; gostaria de estar para trabalhar e para podermos fazer alguma coisa em prol daqueles que representamos mas não estando reunidas as condições em termos formais e materiais para que isso se concretize é certo que não vou apresentar a recandidatura. Espero que no futuro o conselho municipal de juventude tenha uma actividade mais permanente, uma delegação de competências muito maior e um respeito por parte dos serviços municipais. Do presidente da câmara tivemos total abertura e indicações de que essas condições nos seriam dadas mas depois quando as tarefas passam para os serviços, nomeadamente para a divisão de cultura, juventude e desporto, acabam por parar”.

 

O ainda presidente da comissão permanente do conselho municipal de juventude da Covilhã acrescenta que ao longo dos últimos dois anos o trabalho poderia ter sido mais profícuo e lamenta que não tenha sido convocada mais nenhuma reunião do órgão depois da realização das últimas eleições autárquicas “não foi agendada nenhuma reunião, não nos foram apresentados os documentos referentes ao orçamento e grandes opções do plano antes da sua aprovação pela assembleia municipal e infelizmente os jovens não tiveram uma única palavra a dizer sobre a estratégia do município para este ano. Como não tiveram nada a dizer sobre a criação do centro de inovação empresarial, sobre as políticas municipais de juventude e de apoio ao associativismo. Temos até o exemplo mais caricato que é o facto de a equipa de futsal da associação académica da UBI se ter sagrado campeã europeia universitária na Turquia e não teve apoio financeiro por parte da câmara da Covilhã mas teve-o por parte da câmara do Fundão. A autarquia covilhanense poderia e deveria ter tido uma política de juventude muito mais aprofundada e consequente”. 


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