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Quarta, 26 Set 2018
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SOCIEDADE
CASA DO BENFICA ESCLARECE
Rádio Cova da Beira
A Casa do Benfica da Covilh√£ decidiu, atrav√©s de comunicado, prestar todos os esclarecimentos sobre o edif√≠cio da tinturaria confirmando que encetou ‚Äúinformalmente‚ÄĚ dilig√™ncias com a c√Ęmara da Covilh√£, no sentido de saber da possibilidade de ali instalar um polo de empreendedorismo ligado a v√°rias tem√°ticas e sob administra√ß√£o da Casa do Sport Lisboa e Benfica na Covilh√£.
Por Paula Brito em 11 de Jan de 2018
 

A casa do Benfica ficou de apresentar ao município o projecto, ainda não o fez, pelo que “não podia de forma alguma a CMC comunicar à direcção ou a quem quer que fosse, a sua cedência.”

A direcção da Casa do Benfica deixa claro que nunca esperaria a cedência a título gratuito do espaço, tal como também não aconteceu com a sua sede, uma vez que paga uma renda mensal ao município. “A título gratuito é obra para outras colectividades da nossa praça que se encontram instaladas em edifícios municipais, não para nós”. Denuncia, sem especificar.

As declarações de José Armando Serra dos Reis querem dizer que “a casa do SLB na Covilhã está interessada no referido edifício” e que, se o projecto for interessante para as duas partes, poderá haver acordo.

A direcção da Casa do Benfica garante ainda que, se as negociações vierem a ser concluídas com êxito, “o edifício manterá a sua denominação e não terá qualquer emblema do SLB no seu exterior, assim como será garantida a sala de exposições, de forma a continuar a manter os desígnios da cultura, nas suas mais diversas vertentes.”

No comunicado, a Casa do Benfica na Covilhã aproveita para fazer a história do edifício que foi recuperado, no âmbito do programa Polis, e na sua inauguração como Museu da Tinturaria “já metia água”, não tendo sido objecto de obras durante o mandato de Carlos Pinto, altura em que também não abria com regularidade. “Eram simplesmente designados funcionários municipais para ali estarem, sempre que existia alguma exposição”.

No primeiro mandato de Vítor Pereira o edifício também não recebeu obras mas foram-lhe alocados recursos humanos na sequência do encerramento do museu de arte e cultura “porque também metia água”. Assim a tinturaria passou a ter um horário permanente, existissem ou não exposições que recebia numa única sala, “de vez em quando”.

Foi nesse clima de “deterioração do edifício, de fraca assiduidade de visitantes e de excesso de recursos humanos ali alocados por parte do Município, que a direcção da Casa do SLB na Covilhã procurou saber do futuro do Museu e tomou conhecimento do seu possível encerramento.”


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