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Terça, 24 Abr 2018
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POLÍTICA
CMC FESTEJA A DESTRUIÇÃO
Rádio Cova da Beira
A acusação é feita, em comunicado, por Carlos Pinto a propósito da assinatura, no passado dia 4, do protocolo entre a Câmara Municipal da Covilhã (CMC) e o Turismo de Portugal no valor de 200 mil euros destinado ao projecto museológico e museográfico do museu de Arte e Cultura.
Por Paula Brito em 09 de Jan de 2018

Um museu totalmente renovado em 2007, recorda o ex-autarca, com uma exposição permanente “composta por um conjunto de mais de cem obras de arte de cariz religioso e arquitectónico, as peças da colecção foram reunidas, restauradas e recuperadas pelo Município da Covilhã.” E segundo Carlos Pinto, “visitada por milhares de pessoas”.

No comunicado, o actual vereador do movimento “De novo Covilhã”, explica o que já tinha denunciado em campanha eleitoral. O museu encerrou portas depois de ter recebido uma exposição de azulejos “Art-Nouveau”, finda a qual “constataram que tinham destruído as paredes interiores e deixado degradar a estrutura geral do edifício, incluindo elevadores e escadarias para acolher o que não estava recomendado para ser exposto naquele espaço.”

O museu encerrou portas até hoje. 

“Isto é, destruiu-se e encerrou-se um Museu, desconhece-se o paradeiro do espólio retirado, não se abriu Inquérito como era exigido, para se apurarem responsabilidades e, agora, um membro do governo presta-se a cenas de imbecilidade institucional para “celebrar” a recuperação do que se destruiu.”


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