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Segunda, 23 Abr 2018
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POLÍTICA
ESTRUTURA DESENHADA
Rádio Cova da Beira
São seis as medidas que o movimento “Pelo Interior” quer incluir na proposta que vai apresentar ao governo até final do primeiro semestre deste ano. Medidas que, de acordo com Álvaro Amaro, um dos promotores do movimento vão estar assentes em três grandes pilares e não se pretende que sejam apenas simbólicas.
Por Nuno Miguel em 09 de Jan de 2018
O presidente da câmara da Guarda entende que são suficientes para que o estado assuma políticas concretas em áreas essenciais. Uma delas diz respeito à educação “as seis medidas que vamos apresentar estão assentes em três pilares, sendo que um deles é o do sector educativo. Para que uma ou duas medidas, não 20, possam reverter a tendência que infelizmente se vive na sociedade portuguesa de termos cada vez mais cursos e alunos nas instituições de ensino superior do arco do litoral em detrimento dos politécnicos e das universidades do interior. Ainda há dias, numa reunião, alguém me dizia que existem umas vozes que entendem que o melhor é acabar com os «númerus clausus». Ora aquilo que nós vamos defender é algo precisamente ao contrário”. 
Álvaro Amaro refere que a versão final do documento vai apresentar medidas concretas, com impacto orçamental estudado, para que os problemas do interior não continuem por resolver “vamos propor aquilo que previamente for estudado; temos de sair do discurso. E não podemos dar uma desculpa aos políticos que não o assumem porque custa X e aumenta o défice. O orçamento de estado vai abrigar mais de 200 milhões de euros resultantes da tragédia dos incêndios e as nossas medidas não vão chegar a esse valor. É melhor tomá-las por prevenção do que depois ir atrás do prejuízo”.
Recorde-se que este movimento é composto por Álvaro Amaro, presidente da câmara da Guarda e líder dos Autarcas Social Democratas, Álvaro Amaro; Rui Santos, presidente da câmara de Vila Real e dos autarcas socialistas, pelo reitor da universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e presidente do conselho de reitores das universidades Portuguesas (CRUP), António Fontaínhas Fernandes, pelo presidente do instituto politécnico de Leiria e presidente do conselho coordenador dos politécnicos (CCISP), Nuno Mangas e pelo ex presidente do conselho económico e social, José Silva Peneda.

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