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Sábado, 21 Jul 2018
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POLÍTICA
ORÇAMENTO APROVADO
Rádio Cova da Beira
A assembleia da união de freguesias de Fundão, Valverde, Donas, Aldeia de Joanes e Aldeia Nova do Cabo aprovou por maioria os documentos às grandes opções do plano para 2018. O orçamento ronda os 700 mil euros e, de acordo com o presidente da união de freguesias, contempla a realização de intervenções em todas as localidades.
Por Nuno Miguel em 29 de Dec de 2017
Na apresentação da proposta, Malícia Trindade destacou como algumas das principais intervenções a ampliação do cemitério de Donas, a requalificação do largo dos Olivais em Aldeia de Joanes, a construção do jardim família Taborda em Aldeia Nova do Cabo, a nova ligação de Valverde à zona industrial do Fundão e ainda a requalificação de vários caminhos rurais.
Propostas que acabaram que por ser aprovadas com sete votos a favor e seis abstenções. Uma delas a do eleito da CDU. José Maria Isidoro justifica a sua decisão com o facto de a autarquia não ter cumprido com o estatuto do direito de oposição “eu fui, em nome da CDU, chamado para abordar o orçamento rectificativo para 2017, mas apenas isso. Não foi chamado para o orçamento para 2018. É uma chamada de atenção que acaba por ser interessante e importante”.  
Críticas que o presidente da união de freguesias rejeita. Malícia Trindade sublinha que foi dada ao eleito da CDU a possibilidade de apresentar o seu contributo para a elaboração do documento “quando o senhor foi chamado à junta de freguesia para falarmos sobre o direito de oposição foi em relação ao orçamento. E eu perguntei-lhes quais eram os seus contributos para o orçamento de 2018. Se o senhor se lembrar da resposta que deu, venha aqui dá-la que é para não ser eu a dizê-la”. 
Dos seis eleitos do PS na assembleia de freguesia, cinco também se abstiveram na votação desta proposta. De acordo com Dulce Milheiro este é um documento que nada trás de novo “este orçamento parece uma chapa cinco porque só se acrescentaram as revisões que foram feitas no final deste ano. È certo que colocaram aqui as obras que tencionam fazer mas o que nós vemos é que se basearam naquilo que já tinham e no que foi feito agora no final do ano. De resto não vejo aqui nada de novo”. 
Malícia Trindade admite que gostaria de ter apresentado um plano mais ambicioso, mas para isso seria necessário que a união de freguesias tivesse outros recursos financeiros, materiais e humanos “é verdade que é chapa cinco. Mas onde é que está a chapa seis? E a sua sugestão para ela? É que aquilo que nos mandam anualmente do governo e da câmara municipal também é chapa cinco. Nós gostaríamos que nos dessem a chapa seis e que não nos dessem apenas 200 mil euros para gerir e que fizessem o mesmo que foi feito para Lisboa. A lei é a mesma só que para Lisboa teve o bolo devido e para o resto do país foi zero”.

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