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Sexta, 19 Jan 2018
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POL√ćTICA
ENVOLVIMENTO DEVE SER EXPLICADO
Rádio Cova da Beira
O vereador do movimento independente ‚ÄúDe Novo Covilh√£‚ÄĚ considera que o presidente da c√Ęmara municipal deve explicar aos covilhanenses o envolvimento do advogado Francisco Pimentel no processo em que V√≠tor Pereira e o antigo presidente da assembleia municipal, Manuel Santos Silva, s√£o acusados dos crimes de prevarica√ß√£o e de participa√ß√£o econ√≥mica em neg√≥cio.
Por Nuno Miguel em 27 de Dec de 2017
Na última reunião pública do executivo, Carlos Pinto tornou público um excerto da investigação realizada pela Polícia Judiciária e onde dá conta de que o mesmo advogado aconselhou as duas partes em contenda “em 13 de Outubro de 2014, às 22 horas e 53 minutos, enquanto decorria todo o processo de tentativa do então presidente da assembleia municipal de escapar ao cumprimento do acórdão da relação, pagando ao município o que devia, o advogado desta praça, Dr. Francisco Pimentel, enviou para o email particular do Dr. Vítor Pereira um rascunho de carta que depois o presidente da câmara transformou em ofício dirigido à Dra. Raquel Correia em 16 de Outubro de 2014. Diz a Polícia Judiciária que tal texto é em tudo semelhante ao enviado ao escritório de advogados e que consta da acta da câmara 21/2014”.  
Face a esta situação, o vereador do movimento “De Novo Covilhã” deixou um conjunto de questões a Vítor Pereira “a que título prestou o advogado Dr. Francisco Pimentel aquele aconselhamento jurídico que, já sabemos, levou à acusação de prática de crimes pelo presidente da câmara? Quanto pagou o município ao advogado Francisco Pimental por este trabalho? Fê-lo como avençado, à forfait, à hora ou «pro bono»? Porque razão não utilizavam os emails do escritório e da câmara mas os particulares? Sabendo o presidente da câmara que este advogado também estava a aconselhar o outro lado, aquele que pretendia obter o acordo para não pagar o que devia, como pode permitir este incompatível concubinato colaborativo?”. 
Durante a reunião do executivo, o presidente da câmara da Covilhã não deu qualquer resposta a estas perguntas. Foi já no final da reunião que Vítor Pereira afirmou que “estes assuntos vão ficar esclarecidos dentro de pouco tempo e a curiosidade natural será satisfeita. Eu não comento em público questões judiciais, ainda para mais porque é um assunto que ainda não está terminado. Se já tivesse terminado eu podia e devia pronunciar-me mas como estão em curso não me vou pronunciar. A única coisa que digo é que não levará muitos meses até que tudo esteja esclarecido”.

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