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Quarta, 17 Out 2018
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CULTURA
UBI: 15 MIL VISITAS AO MUSEU
Rádio Cova da Beira
Museu dos lanif√≠cios da Universidade da Beira Interior vai fechar o ano com 15 mil visitantes. Um n√ļmero que tem vindo a aumentar todos os anos, como refere o director do museu, Ant√≥nio dos Santos Pereira, em entrevista √† RCB.
Por Paula Brito em 26 de Dec de 2017
 

“Neste momento estamos a caminhar para os 15 mil, temos subido desde há seis anos, dos 8, 10, 12, 13 mil. Não é mau termos 15 mil no esforço de subir mil por ano.”

O museu dos lanifícios da Universidade da Beira Interior acaba de ver aprovada uma candidatura no valor de 150 mil euros que lhe vai permitir o tratamento dos milhares de documentos que tem a seu cargo importantes para a história da Universidade da Beira Interior e da indústria dos lanifícios.

“Porque temos um mundo de arquivos aqui entregue, já temos uma equipa responsável pelo arquivo da Universidade que é um mundo, mas temos também os arquivos das fábrica tanto em papel como em amostras têxteis.” O número de documentos é difícil de calcular mas “são tantos que nós não temos instalações para os recolher”.

Segundo António dos Santos Pereira, há ainda muita história para escrever sobre os lanifícios e sobre a Covilhã. Professor de história há 42 anos, penaliza-se por nunca ter lutado como devia para que a Universidade da Beira Interior tivesse um curso nesta área.

“Nunca lutei tanto como devia, e aqui me penitencio, por ter um curso de história na Universidade da Beira Interior, que pudéssemos caminhar, por exemplo, para uma história moderna contemporânea, é uma área que podia aqui abrir como curso”.

Por contar está ainda a história da Universidade da Beira Interior mas o director do Museu entende que ainda é cedo para fazer a história de uma universidade com 31 anos de vida.

“Curiosamente o magnífico reitor já me pediu para fazer a história da própria Universidade, mas acho que devia haver um pouco mais de distância senão sai uma história muito lavada, e não ainda distância suficiente. Eu não recusei, disse que era necessário fazer um centro onde recolhesse-mos imagens, e depois alguém devotamente começar a trabalhar sobre isso.”

António dos Santos Pereira entende que é cedo para fazer a história da UBI mas não para começar a organizar todos os documentos que passaram para o arquivo morto, entre outros.


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