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Domingo, 21 Out 2018
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POLÍTICA
OPÇÃO CRITICADA
Rádio Cova da Beira
Os vereadores da oposição na câmara da Covilhã votaram contra um aditamento ao contrato de colaboração entre a autarquia e a “Icovi” para que aquela empresa municipal assuma mais responsabilidade ao nível da realização de obras no concelho. O tema esteve em cima da mesa na última reunião pública do executivo.
Por Nuno Miguel em 24 de Dec de 2017

De acordo com o vereador do CDS/PP, Adolfo Mesquita Nunes “isto é uma forma de reforçar os poderes de uma entidade que é instrumental à câmara municipal e que passa a permitir a realização de despesas em obras sem um controlo tão grande dos órgãos municipais como era desejável. No fundo trata-se de reforçar a transferência do departamento de obras da câmara para esta empresa”.

 

Também o vereador do movimento independente “De Novo Covilhã” votou contra esta proposta. De acordo com Carlos Pinto o actual executivo “está a distorcer completamente o objectivo de criação desta empresa. Ela é meramente instrumental e, tal como dizem os seus estatutos, foi criada para permitir a verticalização do sistema de águas em alta e a detenção apenas do património da barragem e a gestão das redes. Não se percebe como é que se vê esta empresa a fazer asfaltamentos e outras intervenções quando temos um departamento de obras. Penso mesmo que isso não se enquadra nos parâmetros legais”.

 

Críticas que o presidente da câmara da Covilhã rejeita. De acordo com Vítor Pereira “esta é uma empresa virada para as infraestruturas, os seus estatutos são claros quanto a isso e sabendo eu que o senhor vereador gosta que tudo seja feito de forma rápida e com muita energia esta é uma das formas de conseguirmos esse desiderato. Estamos a tirar partido de uma empresa vocacionada para esse efeito e em que a câmara é a detentora da totalidade do capital”. 

 


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