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Terça, 24 Abr 2018
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POLÍTICA
BE ACUSA CMC DE MÁ FÉ
Rádio Cova da Beira
O Núcleo concelhio da Covilhã do Bloco de Esquerda condena a actuação da Câmara da Covilhã (CMC) relativa à sede do CCD Leões da Floresta. “Parece existir uma clara desresponsabilização da edilidade relativamente às suas obrigações, bem como a demonstração de um enorme desrespeito pela colectividade, sócios e cidadãos.” Escreve o BE em comunicado.
Por Paula Brito em 22 de Dec de 2017
 

O Núcleo Concelhio da Covilhã do Bloco de Esquerda considera que não é legítimo a CMC, proprietária do edifício sede do CCD Leões da Floresta, estar a exigir obras para legalizar o edifício, recordando que em causa estão as saídas/escadas de emergência e acesso para deficientes, que segundo o BE “constava do projecto inicial de reconstrução do prédio, então a cargo da Somague por conta da cedência dos terrenos do Cabeço – Tortosendo, num negócio liderado pelo executivo de Carlos Pinto.”

Sem as obras realizadas, não há parecer positivo nem da ANPC nem do delegado de saúde, logo o município não pode atribuir o alvará.

Segundo o BE o município fez uma proposta à direcção do CCD Leões da Floresta. “A Câmara assume as obras em falta para o licenciamento na condição da colectividade devolver os 8.000€ que recebeu e abdicar dos restantes 22.000€ que ainda por receber referentes ao Orçamento Participativo do ano de 2015.”

O BE condena esta atitude que classifica de “má fé” do município da Covilhã, “uma vez o prémio ganho pelos Leões da Floresta no Orçamento Participativo de 2015 é da coletividade por direito e é pago com dinheiros públicos,” além de falta de respeito “não só para com a coletividade mas também para com os seus sócios e todos aqueles que votaram no Orçamento Participativo”.


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