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Domingo, 21 Jan 2018
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DESPORTO
SEDE NÃO VAI ENCERRAR
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal da Covilhã vai assumir a responsabilidade de executar as obras necessárias à legalização da sede social do CCD Leões da Floresta. O anúncio feito pelo vereador com o pelouro do urbanismo no final da última reunião extraordinária do executivo depois de o presidente da colectividade ter anunciado que as portas podiam encerrar até final deste ano devido a falta de recursos financeiros para executar essa intervenção.
Por Nuno Miguel em 21 de Dec de 2017
De então para cá, as duas partes têm vindo a dialogar e de acordo com José Armando Serra dos Reis já foi possível chegar a um entendimento “os trabalhos que são necessários passam pela criação de uma saída de emergência, a colocação de uma escada metálica junto a ela e toda a sinalética interior de protecção e segurança. Face às dificuldades que a direcção apresentou em realizar esta intervenção, foi já acordado entre as partes que a câmara da Covilhã vai assumir a responsabilidade, já no início do próximo ano, porque esta é uma situação que não pode prolongar-se por mais tempo. Não queremos interromper a actividade da associação, bem pelo contrário. Queremos é que tudo esteja dentro da normalidade e ela vai continuar a ter o seu funcionamento normal”. 
Recorde-se que a colectividade foi uma das vencedoras do projecto do orçamento participativo de 2015, com um valor próximo dos 30 mil euros, destinado à realização de obras no rés de chão do edifício mas até à data apenas recebeu oito mil euros. Uma situação que o vereador com o pelouro do associativismo, José Miguel Oliveira, justifica “os Leões pediram um adiantamento de 30 por cento da verba em Abril deste ano e a câmara fez esse adiantamento mas, como acontece com qualquer protocolo de obras que a câmara realiza, estávamos a aguardar que a colectividade iniciasse as obras e apresentassem autos de pagamento para poder efectivar a transferência da restante verba. Estamos a aguardar que nos seja transmitida formalmente essa incapacidade de realizar a obra para que a câmara possa vir a realizá-las dentro das verbas que a colectividade venceu no projecto do orçamento participativo”. 

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