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Domingo, 21 Out 2018
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POL√ćTICA
PENAMACOR: MOVIMENTO INDEPENDENTE CRITICA C√āMARA, EX-VEREADORA E PS
Rádio Cova da Beira
O Movimento Independente ‚ÄúPenamacor no Cora√ß√£o‚ÄĚ reafirma situa√ß√£o de ilegalidade vivida na c√Ęmara municipal de Penamacor e critica ‚Äúestrat√©gia de vitimiza√ß√£o e de persegui√ß√£o‚ÄĚ assumida pela c√Ęmara municipal e pela ex-vereadora Il√≠dia Cruchinho ‚Äúque a realidade da hist√≥ria e os factos concretos n√£o suportam‚ÄĚ.
Por Paulo Pinheiro em 19 de Dec de 2017

Em comunicado, que reitera tudo o que foi referido por Lopes Marcelo na última sessão da assembleia municipal, seis de Dezembro último, o movimento refere que o PS e Ilídia Cruchinho “não podem invocar desconhecimento da situação de ilegalidade, tendo em sucessivos mandatos assumido correr os riscos políticos de actuarem fora da lei, metendo a cabeça debaixo da areia”, acrescentando que a ex-autarca ainda hoje podia legalmente continuar a ser vereadora a meio tempo já sem implicar com a empresa, o que a lei impede é que, em simultâneo, uma empresa celebre contratos com a Câmara Municipal onde um seu familiar seja vereador a tempo inteiro, decretando como ilegal a situação especial a que o nosso povo, na sua sabedoria e bom senso, chama “ter o sol na eira e a chuva no nabal”.

 

Apontando o dedo à ex-vereadora, ao presidente da câmara municipal António Beites e ao PS de Penamacor que, apesar dos alertas, “consideraram poderem continuar a actuar acima da lei”, o movimento “Penamacor no Coração”, afirma que foi recentemente o Tribunal de Contas que “destapou, por iniciativa judicial, a situação de ilegalidade”

“Tendo em apreciação obrigatória um dos contratos da Câmara com a empresa, já que pelo seu elevado valor carece de visto, enviou um ofício ao Presidente da Câmara solicitando o esclarecimento da situação da vereadora familiar da empresa titular do contrato que esse Tribunal legalmente analisava”, refere o comunicado.

 

 

Os responsáveis do movimento chamam ainda a atenção para o facto de nos últimos cinco meses antes das eleições, ter sido aumentada a celebração de contratos com a empresa da família Cruchinho (mais quatro contratos, o último a poucos dias antes da campanha eleitoral autárquica).

 

O “Penamacor no Coração”, considera que com a decisão de renúncia “por sua livre e exclusiva opção”, Ilídia Cruchinho “deixou de honrar e de corresponder aos compromissos e promessas feitos na recente campanha eleitoral autárquica, defraudando a confiança política do voto dos eleitores em si e na Lista do PS que integrou e para cuja vitória contribuiu”, frisa.

 

Para o movimento de cidadãos independentes, a actual composição do executivo da câmara municipal não é igual à lista do PS submetida ao sufrágio eleitoral e que os eleitores escolheram.

“Perante a realidade dos factos concretos poderão ser feitas várias leituras? Cada eleitor pode fazer e ficar com a sua, mas por sua opção e exclusiva responsabilidade.

 


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