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Sexta, 19 Jan 2018
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POLÍTICA
LISTA DAR ACUSA PS DE FALSAS DECLARAÇÕES
Rádio Cova da Beira
Após a aprovação na última sessão da Assembleia de Freguesia da União de Freguesias Fundão, Valverde, Donas, Aldeia de Joanes e Aldeia Nova do Cabo da primeira revisão orçamental de 2017, e da declaração do voto do Partido Socialista, o grupo de cidadãos DAR – Freguesias Cidade do Fundão, nega que a junta tenha recorrido, em momento algum, a qualquer financiamento bancário “pelo que são falsas” as declarações dos socialistas, afirmam.
Por Paulo Pinheiro em 18 de Dec de 2017

Em comunicado, a bancada DAR aponta ainda o dedo ao PS que acusa de incompetência e irresponsabilidade e de querer criar ruído e dá como exemplo o de “contrariamente ao veiculado, na sua declaração de voto, a sua posição não se manteve pois, não fossem as duas abstenções dos seus membros, mais uma vez, teriam chumbado esta revisão orçamental”, sustenta.

 

Para os elementos do grupo de cidadãos DAR, o importante para as populações é que a Junta tenha efectuado uma gestão “rigorosa, responsável e transparente” tendo para o efeito salvaguardado o respectivo suporte financeiro e ainda serão libertados aproximadamente 50.000€ para o exercício do próximo ano.

A bancada DAR aconselha, mais uma vez, a concelhia do Partido Socialista do Fundão a dar “formação e informação aos seus representantes na Assembleia pois, “ou não percebem nada ou estão de má-fé”, declara.

 

O presidente da mesa da assembleia, José Luís Gadanho (PS) não escapa às críticas e para a lista DAR demonstra “não estar minimamente preparado para as funções que lhe foram confiadas”.

 

“Falta de isenção e moderação, arrogância, prepotência, são apenas algumas das qualificações que podem descrever a sua condução dos trabalhos. Não vale apenas apregoar ou gritar que “eu é que sou o presidente da assembleia”. Haja respeito pelo órgão e pelo cargo!”, frisa em comunicado.

 

 A DAR espera expressa o desejo de poder ainda corrigir esta situação durante o decorrer deste mandato com apoio das restantes forças políticas e acredita que a maioria dos eleitores que votaram, mesmo no PS, não se revêm neste comportamento, muito pelo contrário

 

“Perante estes factos antevemos que a futura postura do PS será sempre na tentativa de inviabilizar todo o funcionamento da Junta de Freguesia, orçamentos, prestação de contas, revisões orçamentais, entre outros, mesmo com os dois representantes no actual executivo. Esperamos, no entanto, por um comportamento mais democrático e responsável por parte do PS”, conclui.


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