RCB/TuneIn
Domingo, 23 Set 2018
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
SOCIEDADE
"TEMPESTADE ANA" EM PORTUGAL: PROTECÇÃO CIVIL DEIXA ALERTAS
Rádio Cova da Beira
A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) avisa a população para os possíveis efeitos da “tempestade forte” a partir deste domingo. O período mais crítico deverá ter lugar entre as 18h00 deste domingo e as 6h00 da manhã de segunda- feira.
Por Paula Brito em 10 de Dec de 2017

Face à previsão meteorológica a ANPC deixa conselhos e efeitos que a "Tempestade Forte " pode provocar.

 

 

 

 ·         Vento forte, com rajadas muito fortes, com especial incidência nas terras altas dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Viseu, Guarda, Aveiro e Coimbra, podendo verificar-se fenómenos extremos de vento a nível local;

 

·         Precipitação forte e persistente, com episódios de aguaceiros pontualmente fortes, nas regiões do Minho, Douro Litoral e Centro, podendo verificar-se a queda de granizo durante a noite e madrugada. Esta situação pode gradualmente estender-se às restantes regiões do país;

 

·         Agravamento das condições do estado do mar, essencialmente a Norte do Cabo Raso, a partir da tarde de hoje, mantendo-se a situação em toda a costa durante o dia de amanhã;

 

·         Possibilidade de queda de neve acima dos 800-1000m, com maior incidência nos distritos de Braga, Vila Real e Guarda.

 

 

EFEITOS EXPECTÁVEIS

 

Face à situação descrita, podem ocorrer os seguintes efeitos:

 

 

 

·         Danos em estruturas montadas ou suspensas;

 

·         Queda de ramos ou árvores em virtude de vento forte;

 

·         Cheias rápidas em meio urbano devido à acumulação de águas pluviais ou insuficiência dos sistemas de drenagem;

 

·         Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente em períodos de preia-mar, podendo causar inundações em locais mais vulneráveis;

 

·         Inundações de estruturas urbanas subterrâneas devido a deficiências de drenagem;

 

·         Inundação por transbordo de linhas de água nas zonas mais vulneráveis;

 

·         Fenómenos geomorfológicos causados por instabilidade de vertentes associados à perda da sua consistência por saturação dos solos;

 

·         Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e/ou gelo;

 

·         Obstrução de vias de circulação por queda de árvores, deslizamento ou desabamento de terras, pedras ou outras estruturas;

 

 

 MEDIDAS PREVENTIVAS

 

 


A ANPC recorda que o impacto destes efeitos pode ser minimizado com a adoção de comportamentos adequados, pelo que divulga as medidas de autoproteção a adotar:

 


·         Fixar as estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;


·         Observar especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, devido à possibilidade de queda de ramos e árvores em virtude de vento mais forte;


·         Evitar a circulação e permanência nas terras altas, onde as rajadas de vento esperadas são fortes ou muito fortes;


·         Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;


·         Abster-se de atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas e/ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;


·         Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;


·         Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;


·         Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando-se circular e permanecer nesses locais;


·         Abster-se de praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando-se ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;

 


·         Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e das Forças de Segurança.


  Redes Sociais   Facebook

2007—2018 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados