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Sábado, 16 Dez 2017
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POLÍTICA
COVILHÃ EM CÂMARA LENTA
Rádio Cova da Beira
Adolfo Mesquita Nunes denuncia ritmo lento da câmara da Covilhã. O vereador do CDS-PP diz que há formas mais enérgicas de trabalhar e está chocado com a lentidão das decisões no executivo covilhanense.
Por Paula Brito em 06 de Dec de 2017

Um ritmo a que nunca assistiu em 17 anos de carreira profissional.

“Nunca assisti a um ritmo tão lento de decisão e de execução, vamos com mais de um mês de mandato, que sucede a um mandato do mesmo presidente, e as reuniões de câmara limitam-se à discussão de questões de expediente. Acho que era relevante que os covilhanenses soubessem que há outros ritmos, outras formas mais enérgicas de trabalhar e todos os esforços que tenho feito no sentido de estabelecer prazos de execução mais veloz, têm sido frustrados por esta maioria”.

Vítor Pereira partilha da vontade de aumentar o ritmo manifestada por Adolfo Mesquita Nunes mas o presidente da autarquia recorda que há questões, técnicas, financeiras e administrativas que é preciso respeitar:

“Os ritmos têm normas para cumprir, existem uma panóplia de leis, de regulamentos, de procedimentos administrativos que, infelizmente, nos tolhem o ritmo, a velocidade, a celeridade que todos nós queríamos imprimir à administração municipal. Eu compreendo essa afirmação à luz de quem não está habituado a gerir o município, mas comungamos da mesma vontade enérgica de fazer, o problema é o dinheiro e as regras.”

Da reunião privada do executivo esteve de novo ausente Carlos Pinto. O vereador do movimento De novo Covilhã apresentou um atestado médico que o impede de exercer as funções para que foi eleito durante 30 dias.  


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