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Sexta, 15 Dez 2017
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SOCIEDADE
COVILHÃ: APPACDM INAUGURA JARDIM SENSORIAL
Rádio Cova da Beira
Integrado nas comemorações do 10º aniversário da instituição e do Dia Internacional da Pessoa Com Deficiência, que ontem se assinalou, a APPACDM da Covilhã promove esta segunda-feira várias iniciativas que decorrem durante todo o dia.
Por Paulo Pinheiro & Miguel Malaca em 04 de Dec de 2017

Entre as 10:00H e 16:00H, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental da Covilhã abre as portas à população proporcionando a todos os interessados uma visita guia às suas novas instalações bem como a oportunidade de assistir a diversas actividades dos diferentes ateliers do Centro de Actividades Ocupacionais (CAO).

Pelas 15:00Hm, no edifício da instituição, realiza-se a inauguração de um “Jardim Sensorial”, um espaço inclusivo, apoiado pelo Instituto Nacional de Reabilitação “onde as plantas e os elementos de designs foram selecionados com a intenção de providenciar experiências sensoriais” que incluem os sentidos visual, gustativo, táctil, vestibular, proprioceptivo, olfactivo e auditivo “Um verdadeiro jardim dos Sete Sentidos que, para além, de uma área de lazer, é também uma ferramenta terapêutica e de inclusão social”, referem os responsáveis da APPACDM da Covilhã. 

À noite, pelas 21:00H, no “Covilhã Jardim Hotel”, ao jardim público da Covilhã, decorre a terceira edição do evento “Conversas Sem Diferença”. Trata-se de uma conversa informal a todos os que nela queiram participar com o objectivo de analisar temas ligados à deficiência, nomeadamente a inclusão na comunidade e o dia-a-dia daquela instituição. O evento conta com a presença de Marina Pousão e Paulo Brandão, psicóloga e médico da APPACDM de Lisboa, que apresentam um estudo elaborado por técnicos daquela instituição subordinado a tema “O envelhecimento na deficiência intelectual”. 

Com dez anos de existência na Covilhã, o presidente da APPACDM da Covilhã faz balanço positivo de uma década de trabalho nesta área“Abrimos um lar com capacidade máxima permitida por lei de 24 utentes está lotado e temos lista de espera. Na valência residência autónoma, cuja capacidade máxima é cinco, temos três, e no Centro de Actividades Ocupacionais (CAO), que os jovens frequentam durante o dia, temos uma capacidade de acordos feita com a Segurança Social de 60 e estamos nos 58, para além da área da formação profissional da carpintaria que funciona com seis”, explica António Marques.  


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