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Segunda, 18 Dez 2017
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POL√ćTICA
EURICO BRILHANTE DIAS NA COVILHÃ
Rádio Cova da Beira
O secretário de estado da internacionalização afirma que o alargamento da base da exportação é um dos principais desafios que Portugal enfrenta para a dinamização do sector económico. A afirmação feita durante um jantar conferência organizado pela associação empresarial da Beira Baixa e que pretendeu apontar caminhos para o reforço da internacionalização das empresas da região.
Por Nuno Miguel em 22 de Nov de 2017
De acordo com o governante, para além do alargamento do peso das exportações é também determinante aumentar a diversificação. E deixou alguns exemplos “sabemos que o sector agro alimentar tem muitas barreiras na entrada em alguns mercados, por exemplo na área da carne de porco e dos lacticínios. No acordo com o Canadá há questões em torno do queijo e do vinho e nós estamos a tentar ultrapassar os obstáculos que existem. E é importante dizer que só este governo abriu 50 novos processos para introdução de produtos agro alimentares em novos mercados e naturalmente que esse é um caminho que pretendemos continuar a seguir”.
Espanha e Angola continuam a ser os principais importadores de produtos Portugueses. Nesse sentido o governo pretende trabalhar em parceria com as associações empresariais para abrir as portas de novos mercados “por isso a nossa aposta em novos mercados terá de incidir naquilo emergir do trabalho das associações empresariais e em que o estado actuará naquilo que diz respeito ao apoio a esse processo de internacionalização. Já no que respeita ao quadro de captação de investimentos vamos continuar a procurar preencher as lacunas das nossas cadeias de valor e reforçando o valor acrescentado para Portugal”.  
Para além dos apoios à internacionalização e da estratégia que o governo pode vir a dinamizar, Eurico Brilhante Dias reconhece que há ainda passos a dar ao nível da capacitação de pessoas e dos territórios assim como mudar algumas mentalidades “nós não produzimos em Castelo Branco só para o distrito ou para o país. Quem continuar a pensar assim vai ter grandes dificuldades em continuar a crescer. Os nossos concorrentes não serão aqueles que, no essencial, apostam ao nível do preço. Temos que apostar nos sectores mais sofisticados que pagam melhor. Essa é a única forma de continuar a crescer no mercado e com emprego bem remunerado porque a aposta nunca pode ser em seguementos em que a China e a Índia concorrem de forma abundante”.

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