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Sexta, 15 Dez 2017
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POLÍTICA
“UMA IRRESPONSABILIDADE”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que o vereador do CDS/PP na câmara da Covilhã reage às afirmações de Vítor Pereira, no final da última reunião pública do executivo, a propósito de o presidente da câmara da Covilhã ter afirmado que está a desempenhar as funções de comandante operacional municipal.
Por Nuno Miguel em 20 de Nov de 2017
Em comunicado, Adolfo Mesquita Nunes sustenta que “a Covilhã está sem comandante operacional municipal, uma figura obrigatória por lei e que tem competências operacionais essenciais para garantir a protecção civil dos covilhanenses”. O vereador do CDS/PP refere que “a lei da protecção civil municipal, é clara; o presidente da câmara é, por si só, a autoridade municipal de protecção civil mas isso não dispensa o município de ter um comandante operacional municipal que depende do presidente de câmara, e que tem responsabilidades operacionais e técnicas relevantíssimas”.
Adolfo Mesquita Nunes acrescenta que “o comandante operacional não pode ser um político, ainda para mais com tempo limitado para exercer as funções. Tem de ser alguém operacional, que perceba do assunto, que possa ser uma mais valia. Não precisamos de políticos na protecção civil, precisamos de gente que saiba do assunto”. 
O vereador do CDS/PP na autarquia covilhanense considera “preocupante que Covilhã esteja sem comandante operacional municipal, que à última da hora o presidente tenha vindo dizer que é ele que assume as funções e que se venha agora dizer que se vão repensar estes serviços. É de uma irresponsabilidade grave e negligente. A Covilhã não pode ficar sem comandante operacional quando estamos a entrar num inverno perigoso por conta dos fogos e muto menos pode ter um comandante que sabe zero de protecção civil.” 

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