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Sexta, 15 Dez 2017
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POLÍTICA
CORTES: PASSAGEM NÃO FOI DEMOCRÁTICA
Rádio Cova da Beira
O novo presidente da junta de freguesia de Cortes do Meio diz que a passagem de poder na junta não foi democrática. Ao actual executivo presidido por Jorge Viegas, o anterior executivo liderado por Luís Santos, entregou a chave e pouco mais.
Por Paulo Pinheiro & Paula Brito em 16 de Nov de 2017

“Infelizmente a passagem de informação e de poderes não foi democrática, quando há entraves a essa passagem é muito complicado iniciarmos o nosso trabalho. Foi-nos entregue a chave, sem uma acta de conclusão, sem qualquer informação, houve apenas uma reunião preliminar com o anterior presidente de junta que nos deu algumas informações, muito parcas.”

O novo presidente da junta diz que há muito trabalho pela frente mas é urgente concluir as obras da nova sede da junta.

“Deu-nos a entender que as obras pararam por alguma divergência relativamente ao processo inicial mas, independentemente de tudo, nós queremos concluir o processo o mais rapidamente possível sem entrar em conflitos com a câmara ou com o empreiteiro.”

De acordo com Jorge Viegas, a sede da junta, a funcionar na antiga casa paroquial, não tem condições.

“Para ter noção o atendimento é feito numa salinha onde mal se consegue fechar a porta. Agradecer à comissão fabriqueira, mas já vai sendo tempo de resolver esta situação”.

Quanto à nova sede, a área para a junta de freguesia e posto médico estão terminadas, a parte inferior, onde funcionará o grupo desportivo, está mais atrasada.

“Estou em crer que estará ali um mês de trabalho. Neste momento o Grupo Desportivo de Cortes do Meio também está sem sede, temos aqui a situação da junta para resolver e do posto médico que também está em situação muito precária.”

Apesar de haver muito trabalho a fazer na freguesia esta é a prioridade estabelecida pelo actual executivo.  

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