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Sexta, 17 Nov 2017
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SOCIEDADE
MUTUALISTA DA COVILHÃ “UMA REFERÊNCIA A NÍVEL NACIONAL”
Rádio Cova da Beira
O presidente do conselho de administração da União das Mutualidades Portuguesas (UMP) disse que o trabalho que a Mutualista Covilhanense está a desenvolver faz dela "uma referência a nível nacional". Luís Alberto falava no final da reunião mensal do conselho de administração a UMP, que decorreu na Covilhã.
Por Paulo Pinheiro em 13 de Nov de 2017

A penúltima reunião do conselho de administração da União das Mutualidades Portuguesas realizou-se nas instalações da Mutualista Covilhanense “uma forma de descentralizar os encontros da União e assim estarmos mais próximos das associações. Apostamos na proximidade para conhecer a realidade das mutualidades em Portugal”, destaca aquele responsável.

No final encontro, onde foram analisados os temas atuais do Movimento Mutualista e debatidas as linhas estratégicas para o futuro, o presidente do conselho de administração da UMP, que se recandidata a mais uma mandato, nas eleições que brevemente se realizam, defendeu o rejuvenescimento da União e a necessidade de uma aposta na comunicação externa, concretamente com os órgãos de comunicação social regional e nacional.

Luís Alberto elogiou o trabalho que a Mutualista Covilhanense está a efectuar

“Esta instituição está a realizar um excelente trabalho, um grande exemplo no seio do movimento mutualista que um dia destes não tem espaço para guardar os vários troféus que tem recebido pela excelência do que trabalho que faz. Um exemplo que nos obriga a permanentemente estarmos a trabalhar mais para sermos melhor. A Covilhanense é uma referência nacional”, frisa.

A Mutualista Covilhanense, que por limite de mandatos não pode continuar nos órgãos sociais da União, explicou na reunião do CA da UMP o projecto de alojamento social que pretende efectuar na Avenida de Santarém (Covilhã), um espaço intergeracional destinado a crianças, jovens e idosos “e que pretendemos integrar na rede das mutualidades portuguesas”, disse o presidente da Mutualista da Covilhã, Nélson Silva.

  

“Isto é música para os meus ouvidos. Constatar que se está a corresponder àquilo que são as necessidades locais das populações. Esta a razão da existência das mutualistas”, refere o presidente do conselho da administração da União que salientou ainda a realização, esta terça-feira, 14 de Novembro, em Lisboa, da sessão final do Congresso Nacional da Economia Social, que contará com a presença terá a presença de membros do Governo, responsáveis da Economia Social e outras personalidades nacionais e internacionais do sector

“Da sessão vai sair uma carta de compromisso com a criação da Confederação das Entidades da Economia Social Portuguesas o que será um grande passo, que muito também contribuiu a UMP, para dar maior visibilidade e força a estas entidades da economia social que ao contrário de algumas empresas que se deslocam para outros locais, têm a margem e lucro, as nossas entidades de economia social ficam nos locais e ainda dão mais apoio do que aquilo davam antes. Estamos sempre presentes”, concluiu.


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