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Sexta, 17 Nov 2017
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UBI
CIMD Cabecalho
SOCIEDADE
UBI: CONSELHO GERAL APROVA PLANO
Rádio Cova da Beira
O conselho geral da universidade da Beira Interior aprovou o plano de acção do reitor da instituição para o quadriénio 2017-2021. O documento esteve em cima da mesa na reunião do órgão que decorreu esta manhã e que está assente em quatro eixos essenciais.
Por Nuno Miguel em 10 de Nov de 2017
A primeira grande linha de acção, diz o presidente do órgão, diz respeito ao reforço da ligação entre a UBI e a cidade, que permita à instituição afirmar-se como um grande centro de estudo na faixa interior do país “têm de ser criadas por parte da universidade, em colaboração com a cidade, as condições para isso. É muito importante que a Covilhã se assuma como uma cidade universitária e que tem, para além dos seus habitantes, uma população flutuante de vários milhares de estudantes para além de docentes e funcionários, e dê o devido valor a essa população. O facto de em geral não serem eleitores não significa que devam ter menos atenção por parte dos responsáveis da cidade”.
A responsabilidade social da instituição e o reforço da entidade ubiana através dos alunos diplomados pela UBI são outras das linhas de acção. No plano que hoje foi aprovado, José Ferreira Gomes destaca ainda é a continuidade que vai ser dada à estratégia de captação de estudantes estrangeiros “o enfase será na captação de estudantes de língua portuguesa como ponto de ligação, ou seja do Brasil e dos países africanos que falam o Português mas também de estudantes emigrantes ou filhos de emigrantes, com nacionalidade portuguesa, e que residem noutros países e que podem querer vir estudar para o nosso país. Isso interessa a Portugal, interessa à UBI, há condições e até prioridade para esses estudantes e portanto há trabalho a fazer”. 
Tema incontornável nesta reunião foi também a questão do sub-financiamento crónico que a UBI tem vivido nos últimos anos. Uma situação que José Ferreira Gomes espera ver corrigida já no próximo ano, numa altura em que o orçamento de estado para 2018 está a ser discutido na assembleia da república “tenho esperança de que o governo reconheça que a UBI tem um tratamento desfavorável por razões que lhe são alheias e que resultam do facto de ser uma universidade ainda relativamente jovem. E com o critério do histórico de financiamento acaba por deixar a instituição agarrada a uma época em que tinha menos recursos e recursos mais jovens e daí com vencimentos mais baixos. Existe essa penalização e é necessário corrigi-la com urgência”.

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