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Quarta, 22 Nov 2017
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POLÍTICA
CARLOS PINTO ESCLARECE RELATÓRIO DA IGAMAOT
Rádio Cova da Beira
O relatório da Inspecção Geral do Ambiente e Ordenamento do Território (IGAMAOT), tornado público por Vítor Pereira no final da última reunião privada do executivo, é mais uma cena “ridícula” do presidente da câmara da Covilhã que não descansa “na saga persecutória ao passado que o atormenta, na vingança das derrotas dele e do PS, dos últimos vinte anos. Que por cinco vezes lhes infligi.”
Por Paula Brito em 09 de Nov de 2017
 

Refere Carlos Pinto num comunicado onde anexa o relatório que dá conta que as “as 12 casas e uma empresa” a que Vítor Pereira se refere e  que, no limite podem ser demolidas”, não passam de telheiros, anexos, muros de suporte, a construção de um depósito e duas ampliações de habitações, solicitados por “gente humilde, modesta, trabalhadora, com pequenas parcelas de terrenos de onde extraem a sobrevivência agrícola na área de proximidade ao Zêzere.”

No comunicado, o vereador do movimento “De Novo Covilhã” diz que o relatório surge depois de uma verificação especifica a edificações nos últimos 15/20 anos, ao longo do Zêzere e simultânea aos Municípios da Covilhã, Fundão e Penamacor onde as situações se repetem e em que a própria inspecção sugere a legalização.

“É um escândalo a forma como alguém se aproveita destes eventos para permanentemente fazer a política da difamação e da calúnia dirigida a quem esteve na Câmara, durante vinte anos e que se pretende desprestigiar por causa de telheiros e muros.” Refere Carlos Pinto, acrescentando que Vítor Pereira não se da conta que este alarme público desprestigia o Município inquinando com informação especulativa, a boa fé, diligência e competência de técnicos municipais que, em primeira linha, são os autores de eventuais propostas de legalizações ao serviço da ajuda a populações pobres e modestas, sempre no espírito de enquadramento na lei.”

Referindo-se a Vítor Pereira como “o difamador-presidente”, Carlos Pinto lamenta que não tenha dado informação nenhuma “sobre a história que irá começar a ser contada com detalhes e documentos, de como se concertou com o ex-presidente da Assembleia e outros colaboradores da manigância, de forma organizada e premeditada para lesarem a Câmara em quase meio milhão de euros, de tal maneira que tomou posse do cargo de presidente de Câmara e cinco dias depois era acusado e tinha um pedido nos tribunais de perda de mandato.”


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