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Quarta, 22 Nov 2017
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POLÍTICA
OBRA ADJUDICADA
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal da Covilhã adjudicou esta sexta-feira ao consórcio entre as empresas “MRG Construction” e “Ramos Catarino SA” a obra de requalificação do teatro municipal daquela cidade, que vai ser transformado num novo centro de inovação cultural por um valor a rondar os três milhões e 950 mil euros.
Por Nuno Miguel em 03 de Nov de 2017
A obra tem um prazo de execução de 12 meses e o consórcio vencedor, entre as cinco propostas que foram apresentadas, dispõe de um prazo de 300 dias para iniciar os trabalhos, logo que o tribunal de contas emita o visto favorável à realização da empreitada.
Vítor Pereira, presidente da câmara da Covilhã, espera que esse visto possa chegar ainda antes do final do ano para que a obra esteja concluída antes do final de 2018 “foi tomada a decisão de adjudicar a obra de requalificação do nosso velhinho teatro municipal que queremos que seja um verdadeiro centro de inovação cultural da nossa cidade e uma referência no interior do país. O meu desejo é que o visto do tribunal de contas possa chegar ainda antes do final do ano. A nossa vontade é que a obra possa começar o mais rapidamente possível uma vez que se trata de um equipamento que faz falta à Covilhã. Quanto mais depressa ele estiver concluído, melhor para todos nós”.  
Com a adjudicação desta empreitada, a autarquia aprovou por unanimidade um empréstimo bancário no valor de 736 mil euros, destinado a assegurar a componente nacional da obra. O restante é assegurado por financiamento comunitário.
Embora tendo votado a favor desta proposta o vereador do CDS/PP, que foi o único eleito da oposição que marcou presença nesta reunião do executivo, alerta para a necessidade de ser elaborado um plano para a rentabilização do espaço. Adolfo Mesquita Nunes considera que “tendo em conta a importância da obra e o avançar do processo, votei favoravelmente à contracção do empréstimo. No entanto pedi à câmara que me fizesse chegar e que divulgue os planos que tem previstos para o centro de inovação cultural porque, como disse na campanha eleitoral, no dia um a seguir à abertura se não houver uma estratégia a câmara fica escrava do equipamento e vai gastar dinheiro a mantê-lo e não numa boa programação”. 
Com a abstenção do vereador do CDS foi ainda aprovado um outro empréstimo bancário, no valor de um milhão e meio de euros, para compromissos de tesouraria no âmbito do rateio anual que é feito pela direcção geral das autarquias locais e que tem de estar liquidado dentro de 12 meses.

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